In policts….In Life…There is no endings….There is only new begginings. A toast to the star of something new.
Tudo que temos que ter as vezes durante nossas vidas é um pouco de fé. Fé em nós mesmos, Fé nas mudanças, Fé em nossas crenças, Fé naqueles que amamos e naqueles que nos amam. Não pensamos que as vezes por acreditarmos em algo tão cegamente, podemos tapar nossos olhos para os mais simples prazeres da vida, privando nos por vezes da companhia e do apoio que podemos receber dos outros. Ansiamos tanto por mudanças ou as vezes nos relutamos tanto em dizer certas coisas, que acabamos por nos enganar. Uma simples palavra, um simples gesto pode fazer toda a diferença e por vezes negear-se a algo não quer dizer que amas menos ou mais alguém e sim que se importa além dela, consigo mesmo.
Sarah sempre carregou as chagas de sua posição como irmã mais velha e constantemente vemos que suas ações nunca priorizam sua pessoa exclusivamente. Reclusa a relacionamentos, Luc surge em Brothers & Sisters para modificar as estruturas desta grande porém solitária mulher e com isto muito se modifica, até mesmo para os outros membros da família. Desde o reencontro dos dois no último episódio, fica a dúvida no ar: Será que agora dará certo entre eles? Pois é, as respostas veem mais cedo do que esparamos, afinal o Green Card dele está para expirar daqui quatro semanas, ou seja, adieu monseiour. Após o choque, uma solução já planejada é revelada: Ginny, a empresária de Luc nos EUA ofereceu-se para casar com ele para que assim ele obtenha o visto permanente no país, só que tudo não é tão simples assim pois eles teriam que viver juntos por um tempo e como ela irá viajar para o México, o casamento teria que ser naquele mesmo dia. Inicialmente desencanada com a situação, vemos que Sarah no decorrer finalmente admite que o ama e que nunca permitiria vê-lo caso com outra pessoa, sendo assim parte enlouquecidamente para a Prefeitura para parar o casamento. Bonita cena do “altar”, com ela admitindo a ele que o ama e que eles encontrariam uma solução juntos. Agora resta saber o que eles irão fazer daqui quatro semanas, lembrando muito a cena do graciosio filme “A Primeira Noite de um Homem” de Dustin Hoffman (Kramer Vs Kramer, A Loja Mágica de Brinquedos) na qual o personagem de Hoffman rouba a noiva do altar e por fim ficam se encarando sem sabe o que fazer dali pra frente. Hilário que as Walker Womans, Norah e Kitty também a acompanham, alias ótima storyline de Kitty e as armas, afinal momentos antes ela tinha ido a um clube de tiros para mostrar aquela velha idéia republicana sobre o porte e uso de armas. Alias inserir Buffy como gerente de campanha foi uma escolha muito bem acertada, afinal seu jeito irritante rende ótimas interações com a nova candidata ao senado, que além dos desafios da campanha terá que encarar os desafios propostos por sua nova aliada.
Falando em Senado, Robert e Kevin enfrentam crises conjugais, afinal os vejo praticamente como um casal devido a proximidade que a relação deles teve desde que Kevin aceitou o cargo de gerente de campanha. Este nitidamente cansado de ocupar uma vida sem propósitos, visualiza que precisa de ambições e novos desafios, ou seja, fazer algo que seja necessariamente seu. O rompimento/demissão foi uma ótima cena porém mais incrível que isto foi o momento em que Robert chama Kevin novamente ao escritório e prepara uma festa de despedida, afinal todos ali mudaram muito desde sua chegada. Grandes momentos este dois viveram, dentre ataques cardíacos, escândalos, candidaturas e dramas pessoais, Kevin foi em parte responsável pela nova pessoa que o Ex- Senador se tornou. Correndo paralelo a politicidade da coisa, tenho gostado do rumo que estão dando a Norah nos últimos episódios, mostrando histórias mais suas do que dos seus filhos afinal ela tende a ser mãe demais, não conseguindo viver sua vida e assim lidar com seus problemas, estes que parecem surgir cada vez mais após a notícia do misterioso interesse de Dennis York na Ojai, interesse compreensivel devido seu histórico com o patriarca Walker. Outra decisão acertada foi colocar mais momentos entre ela e Holly, que apesar de quase cometer um tremendo equívoco, parece estar disposta a ajudar a resolver o mistério. Boa trama se desenvolve com as possíveis propriedades do chamado Narrow Lake. Agora resta saber se este local realmente existe, se ele realmente é valioso e o mais importante disto, aonde está localizado. Uma trama que estava um tanto apagada e que voltou aos holofotes foi a relação entre Justin e Rebecca, está cada vez mais reclusa desde o inesperado aborto. Que sabiamos que ela não estava preparada para a gravidez era evidente, mas a forma com que ela se encerra é muito traumatizante para uma mulher, ainda mais jovem como ela e totalmente sem estruturas para encarar e seguir em frente. Tive diversos deja vus com a personagem, afinal ela era uma bailarina em Everwood, quando interpretou Amy, ficando uma leve referência a antiga séries dos mesmos produtores de B&S. Justin cresce como personagem neste podendo apoia-la assim como ela o fez enquanto ele esteve afundado em seu vício e juntos acredito que irão conseguir superar mais um desafio, alias dos tantos que veem enfrentando.

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