FlashForward (1.03) – 137 Sekunden

snapshot20091013205633137 segundos. Foi esse o tempo que demorou o maior evento de 2009, aquele em que todas as pessoas do mundo apagaram e viram fragmentos do seu futuro. Porque demorou esse tempo é um dos principais mistérios da temporada e foi uma das questões exploradas nesse episódio. Não sei se a explicação dada pelo homem da prisão é a resposta certa, mas esperemos que não. Não considero que o tempo do FlashForward seja um mistério assim tão ‘enigmático’ comparando com outros como a razão para tal ter acontecido ou quem está por detrás disso.

Mas vamos lá então por partes… Começando pelo Demetri e toda a sua história, foi interessante ver que o flashforward dele não coincide com a visão da noiva. Segundo o dele (com a ajuda de uma outra mulher), ele vai morrer em Março de 2010, mas no dela, existe o casamento dos dois a 29 de Abril de 2010. Mesmo tendo dito que era ele que estava como noivo, as imagens que estavam na visão dela não mostravam com muita clareza quem é que era o felizardo. A explicação poderia ser o facto de ela não ter visto bem o noivo mas como o ama não pensou que seria outra pessoa, mas mesmo que o Demetri morra, é de estranhar que ela case tão rapidamente após a morte do ex-noivo. Enfim, vai ser interessante ver como as duas histórias se vão intercalar.

Menos interessante do que esta storyline foi a do pai que perdeu a filha (ainda é muito cedo para eu decorar os nomes das personagens), mas que no seu flashforward ela está viva. Ele lá consegue desenterrar os restos ‘mortais’ e tem-se a confirmação que é ela. Então como é que ele viu ela viva no futuro? A minha teorias é simples e directa: na visão dele ela estava deitada e coberta, e como estava num ambiente de guerra, podia muito bem ter sido mutilada ou amputada. A visita à Alemanha também não foi 100% interessante, faltando mais garra entre as diferenças de ideias entre Mark e a sua colega. Mas houve duas coisas excelentes que resultaram disso tudo: aquele final em que vemos o apagão de 1991 e o facto de começarem a introduzir essa série numa escala global. Ao menos não caem no cliché de ‘a América é onde acontece tudo’.

IN: Toda a história dos corvos revelou-se verdadeiramente importante quando vemos aquele que foi um dos melhores finais de episódios dos últimos tempos. A introdução da personagem de Gina Torres, assim como a sua história tem pernas para andar.

OUT: A enrolação à volta da morte da soldado do Afeganistão e a pouca presença de Sonya Walger.

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8 comentários

  1. Bem.. este episódio não foi tão bom como os anteriores. Para mim, aquela viagem à alemanha foi muito mal aproveitadinha, não senti emoção nenhuma nas personagens, que teoricamente defendiam ideias opostas sobre um assunto importante. Foi quase como eu chegar ao pé do meu irmão e dizer: ” emprestame o teu ipod” e ele ” não “, eu ” anda lá!!” e ele: ” toma, não me melgues” Lol.
    O que me anda a deixar de pé atrás são essas pessoas que não viram nada, asim como aquelas que tiveram um Flash com alguém morto. Acho que é uma vertente a ser explorada, porque isto de ver o futuro e acontecer não parece tão linear, exemplo disso foi o Mark a queimar a pulseira da filha.

    Quanto ao final, foi fantástico.. confirmando de vez que isto foi tudo bem planeado.

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    • Se reparares a pulseira que ele queimou era de uma cor diferente da que ele estava no flashforward, não sei se quer dizer alguma coisa, mas concerteza que deve….

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      • Hum.. não reparei nisso.. mas se for verdade muda muitas das minhas teorias. Tás bem atento xD

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  2. cristiano /

    Não foi tão bom, tinha potencial para ser um fantástico episódio, mas foi mal aproveitada a viagem à Alemanha, faltou, como disse o Sergio e bem, Emoção, ritmo, nervos a flor da pele…

    Eu acho que esta série pode dar mais…
    Estes cliffhangers é que são demais, e isso a série faz bem!
    p.s.: a minha teoria em relação ao Demetri, é que ele no momento do flashforward estava a dormir ou assim. E quanto àquela mulher que disse que ele morreu pode não ser inteiramente verdadeira. Veremos como exploram esta parte.

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  3. A viagem à Alemanha e a narrativa à volta da morte da filha do amigo do Mark não foram muito conseguidas neste episódio. Mas de qualquer forma a ida à Alemanha, além de ter dado um ambiente diferente à série, também sempre acabou por servir para alguma coisa. E que coisa! Dos melhores finais de episódio que já vi, Lindo. Venha o próximo o quanto antes ;)

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  4. Esta série é espetacular!

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  5. O episódio têm uma quebra de ritmo, e para nós, tão habituados a ver excelentes episódios de FF, notou-se bastante a diferença. As histórias poderiam ser muito melhor aproveitadas, poderia haver mais acção mas trabalhou-se mais a parte psicológica.

    O final é de deitar as mãos a cabeça

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  6. concordo com alguns dos comments, mas a serie continua espetacular!!

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