FlashForward (1.07) – The Gift
Depois de ter estado de férias duas semanas (os reviews dos episódios cinco e seis foram feitos pelo Aguerra) cá estou de volta para comentar esse episódio que era muito esperado por mim. Mesmo antes da série começar, David S. Goyer, o seu criador, avisou que o sétimo episódio seria um ‘game-changing episode’, isso no primeiro painel de FlashForward no maior evento de fãs: a Comic Con.
Eu não escrevi o review do quinto episódio como disse acima, mas para mim a série tinha chegado a um ponto de estagnação que eu não queria ver. As histórias não desenvolviam, os personagens continuavam a não saber interagir entre si e no geral não cativava o telespectador. O sexto sempre foi melhor que o anterior, mas ainda assim não tinha aquela força que foi mostrada nos dois primeiros episódios, principalmente no piloto (a série em si pode estar a desiludir, mas é inegável que o piloto é realmente muito bom). Foi então que chegamos a esse ‘The Gift’ (já não se fazem ‘The Gift’s como antigamente – claro, o centésimo episódio de Buffy!) e vemos uma melhoria no modo como a história é explorada.
O agente Al sabe que foi responsável pela morte de uma mulher chamada Celia. A culpa que sentiu no seu flashforward vai ser ressentida no modo em que ele toma decisões, sendo a mais importante delas todas o futuro da sua vida. ‘Eu encontrei uma forma de mudar o jogo.’ Será que o facto de ele ter-se suicidado vai alterar o destino de Celia? Pelo que sabemos até agora, a única coisa que mudou foi a visão dele e a da colega que estava no escritório mais ele. Ainda não se sabe se é possível alterar os futuros, mas se for a série perde um pouco a sua essência. Eu preferia que essa questão ficasse encoberta até chegar o dia 29 de Abril de 2010 e vermos se o destino pode ou não ser mudado. Na minha opinião, a melhor forma de conduzir a série é que os acontecimentos do futuros acabem mesmo por acontecer. Por exemplo, a Celia não morre por culpa do Al, mas pode morrer de outra forma ou então o pombo não bate na janela do escritório mas na do lado e acaba por morrer também.
Outra história abordada em ‘The Gift’ foram os blue hands, um grupo de pessoas que não teve um flashforward e que tentam aproveitar a vida ao máximo. Fiquei intrigado com o facto da Celia ter recebido aquele papel no carro, fiquei sem saber como é que eles sabiam que ela não teve um flashforward. Talvez ela tenha contado a alguém e esse alguém contou aos outros, mas isso é apenas uma possibilidade. Gostei da forma como a história se desenvolveu mas soube a pouco, também acho que poderiam ter atrasado um pouco todo esse mistério. Por fim, para terminar o review, não podia deixar de referir a aparição da filha do Aaron. Se os restos mortais eram mesmo dela, como é que ela está ali novinha em folha? Essas mulheres do inferno têm muito que se lhe diga…









Bom episódio…
Mas precisa-se de mais acção, mais catástrofe… sinto a série calma demais :S
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Sérgio respondeu:
Novembro 8th, 2009 às 21:17
de acçao precisas tu em heroes.
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Finalmente um episódio bastante bom :)
Adorei a atitude do detective…
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“ou então o pombo não bate na janela do escritório mas na do lado e acaba por morrer também.”
Acho que esta frase usada por eles, tem um enorme significado no caminho que a série pretende seguir, mas por enquanto convém não seguir grandes ideias porque isto a qualquer momento muda. Eu pessoalmente preferia que tudo o que eles viram não acontecesse, gostava que até ao dia dia 29 de Abril trabalhassem para evitar o futuro. E depois desse dia desvendassem os responsaveis.
Mas é claro que isto não vai ser tão linear, e se a série se alongar em várias temporadas vão enverdar por conspiraões do costume.
Quanto ao episódio em si, foi dramático e as personagens muito bem aproveitadas.
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A história está muito boa. Está em forma e recomenda-se. Mais um bom episódio que irá mudar completamente o rumo da série. Só tenho pena em relação ao ritmo dos episódios. Acredito que este produto nas mãos do JJ seria outra coisa. Mas a série não é dele e portanto é esperar que a série aqueça um pouco mais ;)
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Tiago Duarte respondeu:
Novembro 9th, 2009 às 18:22
A fé cega de que JJ Abrams é responsável por tudo de bom não é saudável. Em relação a LOST a série é mais de Carlton Cuse e Damon Lindelof sinceramente, não é propriamente um projecto de JJ. é só para dizer que não é necessário ser do JJ Abrams para ser boa. Ele é muito bom é,mas Fringe está infelizmente longe do que se esperava, Alias não foi nada do outro mundo na minha opinião. Creio que tem estado melhor no cinema até. Portanto associar sempre o nome de JJ Abrams ou até LOST quando surge alguma coisa não é nada bom ;)
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Sérgio respondeu:
Novembro 9th, 2009 às 21:26
Só com grandes equipas é que se realiza grandes projectos. Mas dos 3 trabalhos que conheço do J.J. Abrams no mundo das series, dois considero magnificos ( Lost e Alias) e Fringe apesar de ser apenas boa, tem azar de ter um formato mais policial.
E tendo eu visto Alias à pouco tempo, fiquei impressionado com as inumeras abordagens lá feitas que também foram introduzidas em Lost com sucesso. Se Lost impressionou o mundo foi graças aquela 1º temporada do JJ Abrams, é claro que depois quem deu seguimento à serie tambem tem muito merito, mas as bases já la estavam todas.
Contudo não sei se a série, Flash forward, se fosse do Abrams seria melhor, mas que a caracterizaçao das personagens já nos tinha impressionado mais, acredito que sim =)
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Calado respondeu:
Novembro 9th, 2009 às 21:31
Lost não vou associar a esta série porque farto dessa associação estou eu xD
Sim tens razão. O que quis dizer com “Acredito que este produto nas mãos do JJ seria outra coisa” é em relação ao ritmo e à tensão que normalmente têm alguns episódios do JJ. Claro que não digo todos, mas Alias por exemplo, no seu longo caminho, teve grandes episódios com um ritmo alucinante. Em 7 episódios de FF (mesmo estando a gostar bastante) ainda não vi isso.. ;)
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Eles sabem quem não teve visões através do Mosaic.
Episódio melhor que o anterior, nada de especial ainda assim.
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O episódio poderá significar um ritmo de mudança se for bem aproveitado, mas se não for aproveitado decentemente significará unicamente um bom episódio. A série continua a precisar de ritmo, de nos apaixonarmos pelas personagens, algo que se ressente depois na narrativa, que tem de ser mais presa. Mas, no global, um episódio interessante.
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Cada vez me apercebo mais que a história está brutal… tudo pensado ao milimetro…
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