De volta aos casos, Fringe continua na monotonia que tem sido a série até agora, algo que consegue trazer, por vezes, algo de interessante, mas pouco mais. E este é outro exemplo para esta tese.
Snakehead volta a entrar nos domínios genéticos da ciência, com as recombinações e a construção de novos seres vivos a favor do ser humano. Fringe já se envolveu neste lado modificador, mas nunca levando o caso para uma dimensão tão humana. Desta vez consegui por a pensar o que uma mãe faz para manter um filho vivo. Assim, e de novo com fantásticos efeitos especiais, a série tenta construir um caso sólido, interessante e, como é prometido pela série, que poderá dar a volta ao estômago.
O caso vai-se deslindando aos bocados, com avanços em direcção a solução. Assim, vamos entrando na cultura chinesa e na utilização de medicinas alternativas para curar males comuns. Com isso se misturou um gang para colocar um pouco de animação há coisa. E foi essencialmente isto. O drama da procura dos entes queridos já está demasiado debatido para ter um lugar de destaque.
De resto, a série trouxe um Walter diferente. Não sei que eventos levaram a esta modificação, mas foi interessante ver a personagem de John Noble a sair debaixo das saias do filho. Deu para sorrir um pouco, para além de me dar que pensar que aquele chip instalado ainda servirá para algo.
Eu sei. Estava a ser um pouco duro com a série. E, apesar de não ter nada a ver com a mitologia da série, gostei do caso. Mas prometo, Fringe terá um bocado mais de rédea da minha parte.

Concordo com tudo dito. Apesar de o caso até ter sido interessante e arrepiante, a resolução lá no fim com o Peter e os chineses, foi fraca, fácil, rápida e previsível.
Só queria acrescentar que John Noble teve uma actuação impecável e tenho a certeza que se derem mais espaço à personagem e ao actor, este pode até ganhar nomeações e prémios. As cenas dos telefonemas, na paragem de autocarros e quando percebeu que a Astrid tinha sido magoada, foram muito bem representadas. E ainda gostava de dizer que foi bom ver a Astrid fora do laboratório.
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Valeu pelo John Noble este episódio.
A Olivia, pouco se viu, e pouco se tem visto…
Foi um bom caso da semana por acaso. Aquela cena em que o Walter é mordido pelo bicho foi ‘hilariante’ xD
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‘Hilariante’ e arrepiante
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Eu gosto bastante da série mas começo a ficar chateada. Já estou farta de num episódio falam no mistério em redor do Peter e de a agente Dunham ser “especial” e depois nunca mais tocam no assunto e não desenvolvem. Está-se a tornar muito previsível. Ou puxam bem por aquilo ou não sei se me vou manter fiel por muito mais tempo.
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