Glee (1.10) – Ballad

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Após um excelente e emocionante episódio na semana passada, Glee apresenta uma fórmula mais suave e romântica para os membros do Glee Club. Fiquei um pouco dividida para classifcar o nível deste episódio, pois ele oscila em seus argumentos para cada personagem, sendo a trama de uns justificáveis e a de outros nem tanto. Este episódio comprova um pouco por que tenho preferência por certos personagens do que por outros, ao meu ver o roteiro elaborado neste comprova minhas escolhas. Novamente Mr. Shue propõe outro método de ensino para seu pupilos, agora estes deverão sortear sua dupla “no escuro” para o tema da aula que é Baladas, ou seja, músicas que em sua maioria são românticas, mas que principalmente representam a conexão e entendimento da dupla que as canta. Nada poderia ser mais excêntrico: Mercedes e Puck, Quinn e Artie, Tina e Mike, Britt e Santana (really?!) e o mais inusitado casal: Rachel e Mr. Shue, que entra para o sorteio pois Matt foi hospitalizado por causa de uma aranha em seu ouvido. Agora me expliquem que uma aranha estaria fazendo por lá?! Prefiro deixar no ar essa resposta. Simplesmente ri a cena inteira, quando autoritariamente a Drama Queen obriga o Hot Teacher a fazer um dueto para ensinar a todos como fazer uma verdadeira balada, porém nada mais inapropriado do que a escolha da música: “Endless Love“, cantadas originalmente por Lionel Ritche e Diana Ross. Um ressalve para os dois que fizeram brilhantemente o dueto porém melhor que isto são suas expressões, de completa obessesão e admiração pela parte de Rachel e de total desespero e medo por parte do Will. A intensidade e seriedade dela só comprovam que ela  “Want evertyhing too much”, sendo que o inevitável acontece: começa a vê-lo de forma diferente, criando fantasias apaixonadas. Novamente  repete um padrão que já conhecemos um pouco, ao transferir suas expectativas em figuras masculinas, ou seja, busca alguém que se equipare a seu nível. Vimos isto inicialmente com o Frank-Teen e depois com Hot-Jew. Não satisfeita em querer sempre aquilo que não pode ter, começa sua apaixonada saga para se aproximar de seu professor, comprando até uma gravata com estrelas, que em sua cabeça o farão lembrar sempre dela.

Achei legal rever a Sara Drew (Everwood) no papel da Psico-Pepper, uma versão muito mais intensa e apimentada da Ms. Berry, que causou muitos problemas para no Hot Teacher a dois anos atrás, sendo ele objeto de suas paixões adolescentes que após resultados drásticos da desilusão amorosa, teve seu esófago perfurado após comer a pimenta mais poderosa de todo mundo. Acho que perto desta, a Drama Queen torna-se até sensata.Tentando desesperadamente encontrar um jeito de afastá-la, Mr. Shue cria um mash-up para tirar a Drama Queen do seu pé, pois assim acredita que ela entenderá o recado de uma forma mais “simpática” e que não machucará . Os homens as vezes podem ser meio “estúpidos”, pois nem sempre aquilo que ele falará será interpretado da maneira desejada pela mulher ou garota e nada mais sensato (ironicamente falando) da parte dele chamar a Emma para dar opiniões a respeito da moral das letras de “Young Girl” e “Don’t Stand So Close To Me”, que juntas representam quase literalmente o que ele está passando com Rachel. Simplesmente sensacional quando no fim ele pedi a opinião da Emma e esta abobalhada não consegue ser imparcial para ajudá-lo com sua perseguidora implacável que entende totalmente ao contrário  o recado da letra. Todas as cenas entre os dois são engraçadas demais, entre elas a melhor, quando ela vai na casa dele e começa a limpar o banheiro e fazer o jantar, fato que Terri adora pois era seu sonho explorar alguma garotinha apaixonada por seu marido. Outra coisa que não sentia falta alguma a três episódios era a presença dela na história. Toda a cena seguinte dele levando ela embora, sentada de “castigo” no banco de trás, após tentar frustadamente dedicar uma canção ao seu novo objeto de admiração. Quando ela fala que precisa de um homem de verdade que tenha a mesma inteligência e criatividade que ela, já podemos perceber que ele preenche todos os requisitos para ela no momento.

Finn desenvolve-se muito mais neste como personagem, podendo perceber que realmente a responsabilidade de ser pai  tem o deixado diferente, ainda mais com essa estranha parceira com o Fashionista. Achei um pouco mal estruturado colocaram todos os sentimentos de Kurt por Finn somente neste episódio, sei que era visível ele se apaixonar enlouquecidamente pelo Frank-Teen, oficializando-o como  5º membro do quinteto amoroso. Ao longo do episódio torna-se muito interessante a dinâmica desta dupla, sendo essencial para o Fake-Daddy o apoio e conselhos que o Fashionista constantemente dá, a exemplo de utilizar sua voz para expressar-se melhor, pois já que é péssimo com palavras ditas, que as faça cantando. Sensibilizado com a possibilidade de não poder estar ao lado de sua filha, vemos o lado paterno de Finn bem aflorado e que frustamente sentirá daqui pra frente que falhou e abandonou alguém que ele nem sequer pode amar por completo. Cory tem me conquistado cada vez mais como Finn, ainda mais quando este canta tão sinceramente para o ultrasom “I’ll Stand by You” do Pretenders, o que resulta num outro bonito momento com sua mãe, que descobre a “verdade” sobre a gravidez.  Kurt também convence todo instante que genuinamente tem sentimentos pelo Finn, este age naturalmente com o “colega” sem ao menos perceber que as reais intensões do Diva-Fashion é torcer para que seu amor brigue e se afaste da Mama Q. Totalmente enlouquecendo, Finn deverá jantar na casa dos Fabray e que a conselhos de Kurt resolve levar sua principal arma: a voz. Paralelamente os outros gleekers estão sentindo a pressão para o casal, tentando buscar alguma forma de apoia-los nesta fase. Mercedes de repente decidi ajudar e mostrar apoio aos dois, o que me deixou um pouco confusa, pois não parecia combinar muito com ela este engajamento, ainda mais depois do sermão que ela dá em Puck depois que ele desabafa e diz que o filho é dele. Não vi por que ela tomou aquela atitude e pediu pra ele se afastar, já que a Babe-Mama escolheu o Frank-Teen como filho, pensando no mal que fez a ela e ficar longe. Parece até que ele fez tudo sozinho e que Quinn não tem culpa alguma: Ai Ai quanta hipocrisia.

Falando em hipocrisia, vemos que não basta ser um clichê ambulante, ela tem que ter a família mais clichê americana possível. Pais que tratam a filha como a “menina de ouro”, a mãe submissa e alienada que acredita que sua querida filinha é tudo aquilo que “aparenta” ser. Cansado de se esconder, o Fake-Daddy canta a música “You Having My Baby”, na tentativa de por em música a verdade sobre o bebê. Engraçado que aos poucos o pai dela vai mudando de fisionomia, ficando tenso até fechar totalmente a cara para os dois. Confesso que Diana trabalhou muito bem nestas cenas, mostrando desespero, medo de rejeição dos pais e principalmente de encarar a verdade, mas ainda não me desce e convence toda essa sua falsa e comoda situação, ela tem um cara que a ama e compra  idéia do filho que nem ao menos é dele e que nem imagina que seja de seu “melhor amigo”. O choro parece sincero e as reações dos pais mais reais, ainda mais quando ela acusa a mãe de fingir não saber de tudo, pois aquilo que é ruim, eles escondem e fingem que não aconteceu, ainda mais com todo o melodrama de que o pai não sabe quem é sua filha (algo que também me pergunto). Dramaticamente o previsível acontece: Ela é expulsa de casa, no que me faz rir muito quando Finn conta para Kurt que o pai cronometou no microondas o tempo que tinha para arrumar as coisas. Claro que ia sobrar pra mãe do Fake-Daddy alojar a Babe-Mama desabrigada.

Pepper sensatamente consegue deixar um pouco seu lado assustador, argumentando exatamente que ela e a Drama Queen não são tão diferentes assim, pois ambas são levemente atraentes e absolutamente irritantes e que o amor é extremamente difícil para elas. O professor preenche todas as qualidades que camuflam a falta de auto-estima, sendo que ele jamais poderia amá-las, reforçando a difícil possibilidade de elas serem amadas por algué, o que soa um pouco “Drama Feelings” demais, mas que combina totalmente com a situação. Finalmente “cai a ficha” e ela vai pedir desculpas por seu comportamente maluco, chorando feito um bebê por agir sempre desta forma. Gosto da relação dela com o Hot Teacher, ainda mais depois das palavras de afeto e apoio que ele diz a ela, acreditando que encontrará alguém que a amará exatamente com es, mesmo que não gostemos de algumas de suas características, sempre teremos alguém que as verão como nossas melhores qualidades. Quando disse que tenho preferêrencias por certas personagens já deixo claro qual: Rachel Berry. Já havia falado que a considero como uma das personagens mais bem criadas e fantásticas para a televisão e digo o por que: todas as atitudes que ela toma, a forma com que reage a tudo e a todos, a forma com que se vê e tenta fazer que a vejam tem sempre um fundamento por trás, uma justificativa muito bem alinhada que de forma coerente nos permite visualizar suas motivações, talvez seja por isso que seu alter-ego, Quinn Fabray me irrite profundamente, pois esta personagem tem a difícil tarefa de carregar todos os esteriótipos existentes, o que na minha opinião sobrecarrega um pouco, porém por mais clichê que ela seja isso não justifica algumas falhas que a trama tem sob a personagem, que por maior carga dramática que apresente não consegue me sensibilizar, pois uma vez traidora e mentirosa, sempre traidora e mentirosa.

Tudo é uma questão de identificação porém aguardo para ver o que farão quando todos descobrirem a verdade, pois apoio parece que todos estão dispostos a dar. Nna minha opinião a música mais bonita já cantada pelo elenco, superando “Keep Holding On”  que é tocante mas não atinge da mesma forma que “Lean On Me” me atingiu. Curiosidade que as duas belas canções são “tributos” para o “casal grávido”. Emotiva como sou, nem preciso dizer que chorei ao vê-los tão sorridentes e bem entrosados em apoiar o casal, com destaques para os olhares sedutores de Kurt para Finn e Puck para Quinn. Ressalve que são nessas horas que vemos quão a vontade eles contracenam um com o outro, mostrando naturalidade e sinceridade em cada sorriso, gesto e abraço durante a canção. Quero ver quando Finn e todos os demais descobrirem a “Hora da Verdade” sobre a gravidez. Vejo que neste momento Glee consagrará ou não com coerência um desfeixo para esta “Novela Mexicana” do filho bastardo.

80

8 comentários

  1. se esse episódio tivesse vindo antes de wheels, talvez eu tivesse gostado mais dele. como nao gosto da muito da rachel, prefiro quando os secundários tem mais destaque, mas ela estava muito engraçada nesse episodio. a historia toda do kurt com o finn também foi bem engraçada, mas é provável que nos proximos eps essa historia evolua um pouco mais pro lado do drama(se bem que em glee pode acontecer de tudo). a expulsão da quinn apesar de meio clichê foi bem excutada e vai ser ainda mais interessante quando o finn descobrir que o filho nao é dele, já que agora ela mora na casa dele.
    faltou sue silvester!!
    enfim, nao era o que eu estava esperando, mas nem por isso deixou de ser bom.

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    • Sim, talvez se ele tivesse passado antes seria mais facil de analisar. Me senti assim tb, apesar do otimo tom de comédio e sentimentalismo deste, que foi bem trabalhado! mAs impossivel tirar Wheels da cabeça, não tão cedo!!!

      Sim concordo, mesmo clichÊ foi excelente as atuações da Quinn com seus pais e claro o envolvilmento de Finn com o bebÊ. Pena que não é mesmo dele e que Quinn está usando no fundo de tudo e todos para encobrir seus erros. Espero pelos proximos e já doi saber que temos somente mais 3 pela frente e depois somente ano que veem.

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  2. Camila Oliveira /

    Amei esse episódio! Chorei do início ao fim e nem sou muito emotiva, geralmente. (Devo estar grávida, provavelmente… Ok, antes que façam fofoca, não estou.).

    Diferente de você e de outras pessoas, gosto da Quinn, mesmo ela sendo falsa, mentirosa, magra, enfim, todos os motivos que temos para odiar alguém. Não vou dizer que entendo a motivação dela, porque não entendo mesmo, mas ela ainda é uma das minhas preferidas. Deve ser porque gosto de clichês, só pode. Chorei litros quando o pai dela a expulsa de casa e a mãe só assiste a tudo passiva e não faz nada para ajudá-la. Estou super ansiosa para saber como as coisas ficarão quando descobrirem toda a verdade sobre a paternidade do bebê. Algo me diz que isso vai acontecer até o 13° episódio para deixar um clifhanger para o resto da temporada, depois do hiatus.

    Outro momento que me fez chorar foi a cena do Finn cantando “I’ll Stand By You” para o ultrassom. Eu fiquei imaginando como seria estar numa situação daquelas de impotência. Horrível. Ainda bem que a mãe dele foi bastante compreensiva. As cenas do Finn com o Kurt também foram ótimas. Já imaginava que o Kurt tivesse uma queda pelo Finn desde o 3°episódio, na cena do car wash.

    A Rachel apaixonada pelo Mr. Schue me fez rolar de rir de tão engraçado. Comédia pura. A história da Suzy Pepper também foi muito interessante. Engraçado que nem tinha reconhecido a atriz. Ela participou recentemente de dois episódios de Grey’s Anatomy e só lembrei porque vi no IMDb…

    Por último, mais choro, nunca mais ouvir “Lean on Me’ vai ser o mesmo.

    A única ressalva que faço sobre o episódio é que eu queria ter visto as duplas cantando. Imaginem Mercedes e Puck, Artie e Quinn, Tina e Mike, Brittany e Santana (hilária seria essa apresentação), enfim, não se pode ter tudo…
    Desculpe o tamanho do comentário, é que fico empolgada com essa série e não consigo ser sucinta. Isso deve ser uma coisa boa…

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    • Primeiro não peça desculpas, eu que deveria estar pedindo desculpas por escrever tanto e posso até entender que tenha pessoas que entram aqui olham o tamanho e saem correndo….Não posso culpá-lo s, mas eh inevitável negar minha paixão por Glee.

      Achei totalmente compreensivel seus motivos por gostar da Quin, adoro a atriz, acho ela uma super fofa, em entrevistas e etc. Alem de ser mega hilário saber q ela e a Lea dividem apartamento em L.A. Amigas e rivais de fato! Mas sabe pq não gosto dela, não é pelo cliche, por mentir e etc, mas sim por usar e enganar pessaos q soh querem o bem dela, o proprio Puck, a Rachel que gosta do Finn sempre deu apoio querendo ou não e todos ali do Glee tb estão mais na dela do que antes e claro o Finn que é o grande prejudicado, pois está nutrindo e dando a cara a tapa por um bebê que nem é dele.

      Fiquei mega tocada com o Finn cantando para o ultra-som, simplemente de partir o coração, ainda mais qdo ele poe o dedinho na tela do pc… Ai ai ai Frank-Teen assim vc nos mata! Tb acho Kurt renderá mtos momentosdaqui pra frente, agora q está liberando seu amor pelo desengonçado Fake-Daddy…

      Rachel foi hilária! Eu acho a Lea Michele sensacional e o timing pra comédia neste foi simplesmente comico, mas sempre mostra o verdadeiro lado da personagem! Ah por falar na Pepper não sei se assistia Everwood, mas ela era a Hannah, melhor amiga da Amy e namorada do Bright. E sim, fez uma curta participação em Greys.

      OLha nem vou te falar oq eh chorar litros, pq Lean On me me fez isso! Passei a maior vergonha no metrô esess dias e tive q colocar os oculos escuro pra disfarçar, pois estava ouvindo no mp3 e desatei a chorar, além de ficar toda arrepiada! Alias VUA-LÁ para os duetos de Mercedes e Artie, se Rachel e Finn casam mto bem cantando, temos uma nova dupla! Proud Mary mostra isso claramente e tb agora a belissima Lean On me, que tem uma das letras mais bunitas, apesar de ainda ficar revoltada pelo uso para determinada personagem que não mereça rsrsrsrs. Sim eu pego no pé da Quinn né! rsrs

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      • Camila Oliveira /

        Eu também acho a Diana Agron super simpática.
        Acho que o problema da Quinn é que toda essa história do bebê, da paternidade, foi tomando uma proporção tão grande que fica difícil dizer a verdade. Aí ela continua com a mentira que cresce mais ainda e, na medida que cresce, dificulta mais, e continua assim num eterno círculo vicioso. Não que ela aparentemente tenha, em algum momento, demonstrado vontade de contar tudo. Por mais que os membros do Glee tenham a apoiado até agora, eles poderiam ficar contra ela caso soubessem de toda a história e, aquelas pessoas são as únicas, querendo ou não, que ela pode chamar de amigas. A Quinn já perdeu, por ora, a vaga nas cheerios, o amor dos pais, a reputação na escola. Penso que perder o apoio e a amizade do pessoal do Glee Club seria demais para ela. Não digo que apoio, mas entendo o porquê da relutância da Quinn em revelar que o Puck é o pai. É egoísta e injusto para com o Finn? É, mas ela está pensando nela, no momento. Nem sempre a coisa certa a ser feita é a mais fácil, principalmente nesse caso. Ainda tem o fato de ela não querer perder o namorado. Até acho que ela goste mesmo do Finn, embora não o mereça. No final é só colocar na balança: perder amigos e namorado ou sustentar uma mentira? Embora seja imoral, creio que a última alternativa ganha.
        Eu assistia Everwood esporadicamente quando passava no SBT de madrugada e me lembro bem da Hannah. Mencionei Grey’s Anatomy apenas porque foi uma participação mais recente.

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        • Exatamente! Vc praticamente foi uma advogada de defesa da Quinn, foi adorável toda a argumentação e concordo em sustentar uma mentira e perder tudo, sustente a mentira! Mas o meui problema não é a mentira em si, mas a solução q darão para ela. Pq tem que concordar q não dá pra aceitar numa boa, dps de tudo q eles tem feito, não tem como digerir numa boa toda essa rede de mentiras, mas entendo as motivações puramente egoistas e amedrontadas da personagem, faz sentido eu sei, mas como percebe não gosto da personagem, respeito pelo Finn mas ela em si, nada! rsrsrsrs! Sou o outro lado do tribunal , a advogada de acusação rsrs

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  3. Concordo contigo. O episódio foi inferior que os anteriores, obrigando-me mesmo a abrir um joguinho ao lado para não adormecer. Espera-se mais de Glee, ainda por cima que agora se aproxima a longa paragem…vamos lá ver se temos mais Sue…faltou neste episódio e sentiu-se isso

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  4. Vanessa Capitaneo /

    A gente vê aquela cena do Finn cantando “I’ll stand by you” e se sente tocada.
    imagina quando ele descobrir q o filho naum eh dele… =X
    =’[

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