Get ready for me love, ’cause I’m a “comer”….I simply gotta march, my heart’s a drummer….Don’t bring around the cloud to rain on my parade
Felizmente ou mais propriamente dizendo, infelizmente, Glee encerra sua primeira fase desta temporada. Após 12 episódios, iremos finalmente descobrir algumas verdades e veremos diversos acontecimentos mal resolvidos serem congelados para a segunda fase, que plenamente faz meu coração sangrar de saudades, pois a a série só retorna dia 23 de abril. Sim, acho que fui um pouco drámatica, pois quando vi o piloto aguentei mais que isto, mas agora com tudo o que aconteceu é impossível não querer mais e mais desta fórmula tão espontânea e despretensiosa. Reafirmo que se aqueles que se dedicam (lembro de ti, Aguerra) a “open yourself up to joy”, conseguirem visualizar além, podemos tirar análises bem diferentes e por vezes bem simples daquilo que está diante de nós, a exemplo de como comentaram no review anterior, o chamado Blindside. Acompanhar o episódio ao vivo, creio que foi um acerto mas também um erro, pois vivi em tempo real a tremenda expectativa que depositei neste finale, ou seja, por fim não consegui apreciá-lo da forma correta. Consegui naturalmente assistir depois o episódio de maneira mais “clínica” e direcionada, pois ver ao vivo é tão deslumbrante e as vezes confuso que nos perdemos em pensamentos. Comparo a sensação que tive ao assistir o finale ao vivo da segunda temporada de True Blood, deixando uma divisão dentro do próprio episódio, que apresentou uma metade coerente e bem preparada e outra metadade totalmente arremessada e despreparada.
Os primeiros 13 minutos do episódio não poderiam ter sido mais corridos do que já foram, ou seja, ficou evidente que 13 episódios não seriam suficientes para indireitar o ciclo. Tudo acontecia num ritmo tão rápido, a exemplo da decisão de todos os demais Gleekers de esconder de Finn e Rachel a verdade sobre gravidez de Quinn, ou seja, mais uma vez passam a mão na cabeça dela. Julguem como foi, mas é totalmente estranho ver a Mercedes contar a todos o que Puck havia revelado a ela. Entendo que eles queiram preservar a estabilidade do grupo para as Seletivas mas empurrar mais e mais esta história não parece ser a atitude mais madura dentre todas. Inocentes foram eles de acharem que a Drama Queen não “iria cavar o buraco até achar o osso”, mas uma coisa eles sabem sobre ela: ela iria soltar a língua. Astutamente, a Drama Queen coloca minhocas na cabeça da Babe Mama e está dá todos os sinais ao conversar com o Hot Jew. Destaque hilário para a revelação das Cherrios dividirem momentos “intimos” sobre quatro paredes, ou seja, aquele comentário de Kurt faz mais sentido agora, quando ele diz que Brit é uma “garota que acha que a raiz quadrada de quatro é arco-iris.” Alias parabéns para as frases pontualmente insanas da Brit.
Preparando-se para as seletivas, o New Directions encara a dura realidade de participar sem a presença do Mr. Schue e agora terão de se ajustar a Emma, que colocou seu casamento em risco para acompanhá-los. Claro que acredito que ela está fazendo isto pelas KIDS, que outra razão teria?! Eles terão que se virar para preparar o set list das Seletivas e claro que “Proud Mary” e “Don’t Stop Belivin” surgem imediatamente em suas mentes, agora de quem será o solo? Drama Queen logo se propõe a utilizar uma de suas canções (fico pensando o repertório que ela tem desde os 3 anos de idade). Uma coisa realmente acho hipocrisia, pois todos dizem que Rachel é mandona, autoritaria e irritante, mas o que Mercedes fez foi o cúmulo da arrogância, concordo que ela é boa e tem toda a possibilidade de fazer o solo, mas é a forma com que ela impõe isto que acaba sendo pior do que todo o jeito “bossy” que ela alega ser presente na Drama Queen. Surreal ela cantando “And I’m Telling You I Not Going”, mais recentemente personificada na voz de Jennifer Hudson (A.I), para o filme Dreamgirls (2006) e naturalmente o que isto provoca em todos, inclusive Rachel, que tem seu momento mais humilde ao reconhecer que sim, o solo deve ser de Mercedes e que não vê a hora de vê-la arrasando no palco. Fofissima a cena em que elas se abraçam, quebrando um pouco o gelo de disputa que exista, alias como Frank-Teen mesmo diz logo em seguida, deve ter sido muito dificil pra ela “dar” o solo, mas pelo contrário ela o fez consciente pelo time e reconhecendo que a bastante tempo nem tudo gira em torno de seu talento, alias se todos percebessem que ela realmente mudou poderiam dar uma chance de aturá-la mais, não somente pelo talento e necessidade que eles tem dela.
O momento da verdade chega de forma muito desajeitada e corrida, mas vendo agora por esta ótica a escolha de quem iria revelar acaba por ser acertada, afinal não via a Quinn ou Puck contando a verdade para o pobre do Finn. As motivações de Rachel podem ter sido erradas, mas por fim achei bom ter sido assim e de maneira alguma vi ela como uma fofoqueira, pelo contrário a vi simplesmente como uma garota desesperadamente apaixonada por um cara que está sendo enganado cruelmente pela sua arqui-rival e que maneira mais direta de tirar a competição do caminho. Frank-Teen deveria ter tido mais destaque na cena seguinte, apesar que o pouco mostrado podemos sentir realmente a fúria dele no chão socando o Hot-Jew, que ainda o provoca por ser tão tolo ao acreditar na história do ofurô. Ainda penso como alguém pode cair naquele papo furado, mas trantando do puro e ingênuo Finn Hudson, tudo é possível, alias parabéns ao Cory por essa incrível cena. Mais uma vez vemos a humildade da Drama Queen em admitir algo e desta vez é com a Babe-Liar Mama, que reconheçe não estar com raiva dela por ter contado, pois de fato fez algo que ela própria não teve coragem, ou seja, contar a verdade. Ri muito quando Rachel pede pra que se ela for socá-la, que por favor não acerte seu nariz. Apesar de não ter gostado muito da forma com que o primeiro bloco foi administrado, valeu para mostrar a evolução da personalidade de Rachel e claro que pelo momento mesmo corrido da revelação da paternidade. Agora terão que lidar com um Glee Club com 11 membros, pois naturalmente Frank-Teen abandona o time nos 45 minutos do segundo tempo.
The competition begins e o New Directions embarca no ônibus mesmo sem seu líder masculino e agora com o bizarro Jakob (sim o dono do blog que ainda acha que vai “entrar nas calças de Rachel”). Gostei do envolvimento de Emma neste momento tão importante e de dificuldade para as crianças e por ela ser a conselheira mais excêntrica que um colégio poderia ter, concordo que foi a escolha certa para acompanhá-los. Previsivelmente vemos as “Desventuras em Série” se iniciarem para os Gleekers, que veem suas músicas sendo apresentadas pelos corais das garotas problématicas ( “I’m Telling You e Proud Mary na cadeira de rodas) e o coral de surdos (Don’t Stop Belivin). Mr. Schue recebe a notícia via telefone e confronta a diabólica Sue, que entregou a lista deles para os rivais. Acho interessante a firmeza e presença da personagem em negar todas as acusações, estas mais do que óbvias, porém a vingança vem a galope, como diz o famoso ditado popular. Destaque para Emma e seu sermão para os líderes dos outros corais, dizendo o quão envergonhados deveriam se sentir ao incentivar e educar seu alunos de forma tão desleal, pois o certo deveria ser que eles acreditassem no real potencial de suas crianças, assim eles seriam muito melhores do que parecem ser.
Um dos grandes momentos é quando o Mr Schue vai conversar com Finn no vestiário, tentando fazê-lo recuperar o senso de direção e principalmente resgatar o líder nato que existe dentro dele. Importante este momento, pois ambos vivem momentos delicados relacionados a verdades e mentiras porém isto não pode afastá-lo da pessoa especial e importante que ele representa para os demais. Sutilmente vemos ele deixar a chave do seu carro para que o Frank-Teen possa ir para as Seletivas e salvar todos. Achei estranho a discussão que eles estão tendo na hora de improvisar as canções e todos acusam as Cherrios de entregar as canções e Brit confessa que realmente entregou a lista para Sue, mas quem o fez não foi o próprio Mr. Schue, num ato de ingenuidade? Depois dá pra entender que Mr. Schue entrega a lista completa das possíveis canções e Brit que na verdade entrega as duas utilizadas. Gostei da forma com que os roteiristas trouxeram Finn de volta a trama, lembrando do que ele fez no episodio piloto, pois se Rachel tem a função de ser a líder incompreendida, Finn veste a responsabilidade de ser o líder nato, que guia e orienta todos nos momentos de maior dificuldade e assim como “Don’t Stop Belivin”, ele traz desta vez o clássico dos Rolling Stones, “You Can’t Always Get What You Want”. Não tendo como fugir do inevitável, Drama Queen ganha seu merecido momento de estrelato, rendendo desta vez um momento de humildade de Mercedes, que reconheçe que ela é a melhor dentre eles.
Esqueçam todas os números musicais que vocês viram até agora, pois Glee está a apresentar o melhor dentre todos. Lea Michele veem me chamado atenção desde sua atuação como Wendla, no musical Spring Awekining e sua primeira atuação para a televisão interpretando Rachel Berry só pode concluir uma coisa: Algumas pessoas nasceram para brilhar e o nome Lea Michele/Rachel Berry é sinônimo disto ou como diria a própria Drama Queen, uma metáfora para seu sucesso. Nenhuma canção poderia soar melhor para ela do que “Don’t Rain On My Parade” de Barbara Streisand, personificada originalmente no filme Funny Girl (1968), que conta a história de uma comediante judia que busca o estrela e fama na monstruosa metrópole New York, New York. Qualquer semelhança na criação da personagem de Rachel não é mera coencidência. Muitos dizem que Lea Michele é a mini Idina Menzel, vencedora do Tony de melhor atriz em 2004 pelo musical Wicked por interpretar seu papel como a bruxa do velho Oeste Elphaba e também conhecida por seu papéis no musical Rent, tanto na Broadway, como na adaptação cinematográfica e vale a curiosidade de que a atriz/cantora será a possível diretora musical do arqui-rival coral Vocal Adrenaline, deixando claro que a competição da segunda parte será bem interessante e talentosa. Por fim se fossemos mixar Barbara Streisand e a Idina Menzel facilmente teriamos como resultado Lea Michele. Nada mais merecido do que ver a personagem ter seu verdadeiro momento de estrela, pois a maneira com que ela conduz toda a apresentação, a segurança, sem contar com a estupenda voz e performance digna de uma apresentação na Broadway. Todo este mágico momento serviu para introduzir o New Directions como um todo nas Seletivas, desta vez cantando “You Can’t Always Get What You Want”, numa animada performance que colocou todos da platéia de pé com Finn e Rachel liderando-os a caminho do merecido reconhecimento.
Os resultados sobre o vencedor foram simplesmente ironicos considerando a forma com que eles não levaram a sério os concorrentes, pois dos três jurados: um era o garanhão do canal de televisão, a outra era a Blondie Bitch, que por coincidência era a Sra. Newlin, esposa do pastor de True Blood e a terceira era uma senhora que nem sabia o que estava fazendo ali, muito menos entendia alguma coisa sobre corais. Mantendo o suspense já previsto, mudam o foco para o casamento não concretizado de Emma e Ken, que naturalmente não aconteceu depois que ela escolheu o Glee Club , vulgo Will Schuester, ao invés de seu próprio casamento. Jayma Mays novamente mostra quão acertada é para esta personagem, admitindo que tomou suas escolhas explicitamente por ele e não pelas crianças, deixando claro o que senti realmente por ele mas que tudo agora é muito nebuloso para pensar na resolução deste casal. Will teve seu V de Vingança, com Sue sendo banida das Cherrios depois que o Mr. Figgins descobre sobre sua tentativa explícita de boicote a competição do Glee Club nas Seletivas, ainda mais depois da revelação por parte dos diretores dos corais rivais, que se sensiblizaram possivelmente com o discurso politicamente correto de Emma. Pelo lado dos Gleekers, eles tiveram seu merecido V de Vitória, que apesar de já previsível rendeu um momento musical muito especial como homenagem ao seu querido mentor. Apesar de muitos acharem a escolha da música muito clichê, “My Life Would Suck Without You” da Kelly Clarkson, que narra como é difiícil viver longe daqueles que queremos, naturalmente uma nada sútil analogia ao casal Wemma e o beijo tão aguardado pelo fãs. Muito inteligente relembrar todas as coreografias que o Glee Club apresentou ao longo dos episódios, como as mãozinhas de Single Ladies, os chapéus de Last Name, os passos indecentes de Push It, o teste das Cherrios com I Say I Little Pray, os mash-ups dos garotos e das garotas, entre outras várias referências.
Glee encerra seu primeiro clico, num misto de dúvidas e incertezas que precisam ser preenchidas com coerência para finalizar ai sim, a temporada em grande estilo no ano que veem. A princípio cumpriram muito bem sua promissa de puro deleite, transbordando excelentes números musicais com uma trama que cada vez mais parece amadurecer. Se este é o caminho certo, muitos podem dizer que não, mas para mim Glee fez minhas quartas-feiras serem muitos melhores, mesclando risos, lágrimas, explosões de alegria e de raiva e acima de tudo me permitiu “Open Myself up to Joy”. Digo novamente, se você incorpora esta última frase ao assistir a série, garanto que entende seu propósito plenamente. Aguardem que haverá o review especial da primeira temporada, onde perceberemos a evolução do piloto até este episódio.
(Adendo para a nota, se fosse classificar somente o momento do solo da Rachel, o episódio merecia um grande e destacado Dez, mas episódio é episódio e não um momento de destaque.)

Ohhh eu adorei o episódio! As músicas que eles apresentaram não foram tão boas como algumas que já tinham treinado mas a Rachel mandou bem mesmo :p
As saudades já são muitas
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Então acho que a dos Rolling Stones por ser sido representada como “improviso” ficou realmente menos impactante. E eu gostei da ideia da canção final ainda mais juntada com as coreografias de todos os episodios!
MAs claro que o grande momento musical de Glee para mim sempre será o solo da Drama Queen, the shining star.
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Sinto que exagerei um pouco, mas levem em consideração é o ultimo até abril, qdo retorna com ineditos rsrsrss!
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Bem finalmente tivemos o nosso tão esperado até já Glee que devo dizer que me supreendeu bastante este episodio, mas não sendo dos meus favoritos. As musicas foram adequadas, quer dizer, bastantes adequadas fazendo finalmente comprir os desejos de alguns fãs que não andem ai a cantar por cantar, as musicas transbordaram alegria, ironia, paixão, amizade e nostalgia. O enrendo terminou de uma maneira deixando, como tu própria Mary disses-te, bastantes espaços para preencher e deixa-nos a pensar agora durante estes tempos sem a serie o que acontecerá, o que foi muito bom para a serie terminar de uma maneira apelativa para os fãs quererem acompanhar. O inicio do episodio levou-nos aos momentos em que Puck diz num momento de raiva a Mercedez que é o pai do bebé, e vimos que a reacção de Mercedez não foi muito esclarecedora deixando-nos com a ideia de que ela ia simplesmente apagar isto da memória. Aparentemente ela não o fez e contou a todos os membros do Clube incluindo as Cherrios deixando so de parte o coitado Finn, a dramatrica Rachel e os pais da criança Quinn e Puck, fazendo uma especie de aliança com os outros membros para proteger a relação da Quinn e do Finn da Rachel. Todas as pessoas já sabia que isso seria impossivel, a Rachel é como um gato, quando tem algo na cabeça não fica descansado até a ter ou neste caso a descobrir. O que aconteceu, de uma maneira que nos levou a pensar que todos ali no clube são ignorantes caindo todos na parvoice da Rachel. Por fim, o Finn descobriu recebemos um grande momento de porrada e depois por fim o grande perdão da Rachel à Quinn, que mostrou que ela sabe ver os limites das situações, mas só depois de ultrapassa-los, mas ainda bem que fez e deu uma boa lufada de ar fresco ao enredo da Quinn que tava a ir pelo cano abaixo. Depois tivemos os momentos da Emma que parece que não era foi a personagem revelação deste episodio desde levar as crianças às Selectivas a repreender adultos, de forma bastante pretinente. Ela deixou o seu proprio casamento para agradar ao Schue e levar as crianças a selectivas, o que mostrou a devoção dela ao seu grande amor, por fim depois de as Selectivas acabarem é que mostram a declaração de amor de Emma ao Schue que é dentro do seu proprio casamento arruinado. Achei sensata a atitude dela mostrando que ela pode gostar dele mas é melhor sair perto dele( abandonar o trabalho) para não estar a causar problemas ao Schue pois a vida dele ia bastante mal: mulher mentirosa e obecessiva, divorcio a caminho e Sue a encarregar-se de arruinar os espaços felizes que ele tinha no seu dia-a-dia, fazendo parecer a meio do episodio que tudo entre esta relação colorida ia acabar, mas depois da descoberta da vitória do grupo nas selectivas passando para as regionais e uma canção de homenagem a Schue, ele apercebe-se que o seu grande amor está a partir e ele não pode deixar, deixando-nos com um dos momentos mais bonitos deste episodio o grande beijo entre Schue e Emma. Falta-me referir ainda a prestação do grupo nas selectivas depois de terem assistido a fotocopias das suas apresentações e a grande vingança de Schue a Sue. Vou começar com a vingança… em todos os 13 episodios assistimos a uma grande guerra fria( não encontro melhor para descrever a batalha S contra S) entre Sue e Schue que a razão era o destaque que Schue estava a desviar de Sue para o seu clube, obrigando Figgins a cortar algumas das beneses dos Cherrios para apostar no Glee. A luta tava reunida sempre, mas nos ultimos episodios vimos um desgaste pessoal de Schue dando por certo a vitória a Sue, mas como disse, nem tudo é o que parece e tive um dos melhor momentos que pode ver na serie. Sue é expulsa das Cherrios, Schue volta para o seu clube e muitas mais coisas severas que Figgins proferiu à grande vilã. Acabando o grande momento com um aviso da Sue para Schue, que referia que ia dar cabo do clube e dele e que despertou o grande dragão adormecido, Schue levou este aviso com um ar que dizia perfeitamente : ” Bring it on, bitch!” o que criou um grande clima para a situação. Resta-me dizer que as Selectivas foi um momento bem criado para mostrar bem as facetas de cada pessoa no grupo, enquanto Rachel é a Diva do clube e é flexivel e rapida a adaptar-se a uma musica, Finn é o lider que consegue tirar o grupo de grandes enrascadas, deixando o resto com os apoios vocais e coreografos. Já referi que as musicas foram bem seleccionadas, e as suas actuações foram muito boas dando definitivamente o premio ao grupo que apesar dos juris ignorantes na area que estavam a avaliar conseguiram ver que menos odiaram. Daqui adiante provavelmente iremos dizer adeus a Finn no Glee devido ao odio que nutre pela Quinn e o Puck, o que nos faz juntar à grande lista de problemas por resolver que este episodio criou. Assim dizemos adeus a esta 1º parte de Glee que so volta em Abril, a serie que consegue fazer coisas imaginarias como falar de um tema cliché teen’s cantores ( HSM) mas juntar comédia, drama, paixão, lições de moral bem tiradas, ironia em certos contexto e acima de tudo os grandes BLINDSIDES que a serie nos proporciona fazendo-nos acreditar que nem tudo o que parece é. Um bom natal para todos os fãs de glee!! ^^
P.s- As vezes o exagero é bom Mary, e digo firmemente que este deve ser um dos teus melhores reviews conseguindo juntar todas as “peças do puzzle” e fazer ainda uma perfeita leitura nas entre linhas. A nota está como sempre adequada ao estilo do episodio, não afirmando que foi mau mas sim que certas coisas podia ser abordadas de outra maneira. A espera começa… XD
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Acho incrivel que as pessoas que acompanham meu review são tão “exageradas” quanto eu para expressar suas opinioões sobre GLee. De fato é visivel isto neste tão bem apontado comentário, Fran. Obrigada por sempre acompanhar e dar sua “visão” sobre esta série que realmetne nos conquistou imediamente.
Cosnegui ter outra visão ao assistir pela terceira vez o epi e talvez seja necessário acelar tudo ou deixar diversos “cliffingers” para a segunda parte, afinal eles tem que plantar a semente da ANSIEDADE extrema em todos nós, fãs!
Pontos altos tivemos neste, ainda mais para mostrar que antes de ser um mero clichê teen, Glee tem mto mais a oferecer, mesclando como mesmo disto todas essas caracteristicas que acabam por fazer da série tão querida e carismatica entre os apreciadores do genero.
Só compra a ideia de GLee, aquele que realmente a enxerga. Caso contrario, será mais um dramédia teen americana.
E bora esperar……….
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E pronto, chegou a altura de Glee ficar um bocado na garagem a calibrar o motor.
Vamos lá fazer uma análise ao episódio. Primeiro, três coisas sobre o review. Uma delas é a grandeza deles. Apesar disso, compreendo-te…eu também me entusiasmo com as séries que gosto e, com a qualidade que escreves, é um gosto ler os teus reviews.
A terceira é a minha menção lá pelo princípio. E então comecemos por ai. Continuo a ver em Glee uma série que ainda não atingiu a plenitude. Pessoalmente acho que a série ainda anda a tentar encontrar o caminho do sucesso, conseguindo episódios bons mas que não me entusiasmam. Falta dar mais consistência a série, emendar alguns erros e torna-la mais consistente. Talvez esteja a ser demasiado duro com ela, mas como só vejo duas séries com carga teenager, e a outra chama-se FNL, desculpem-me mas quero ver produto de excelente qualidade. Manias. Mas, claramente, a série continua divertida, com excelentes tiradas, e parece que o esforço de todos está a ser reconhecido (apesar de eu não concordar com algumas nomeações…mas seguindo)
Então, o episódio abre para tentar resolver histórias que andavam paradas. A forma como se resolve a gravidez de Quinn é muito boa mas, do que eu não gostei, foi de “vai, não vai” que antecedeu isto. Para um tema que teve tanto pano, transformou-se em pouca manga e deixou um sabor de “estivemos a ver aquilo para que?” Apesar disso, achei que foi a melhor forma de arrumar o assunto, criando assim mais confrontos na série dentro do Glee Club. Acho que é bom que os haja, mas não que estejam a sair episódio sim, episódio sim. Vamos ver como isto vai ser.
Depois, falar das cantigas. Gostei mais da Mercedes a cantar mas a abertura da Rachel é fantástica. Só não percebo como You Can’t Always Get What You Want consegue por uma plateia tão maluca. Aquilo é exagero a mais, até para Glee. Eu sei que a série tenta levar algumas situações ao extremo, mas aquilo nem estava a ser cantada em estilo rock para tantos abanões de cabeça, nem próximo disso. Fico na dúvida se aquela gente não foi contratada pelo Glee para abanar o capacete. Quanto a Emma/Schue, não gostei de ver o homem a chorar pelo telemóvel. Sim, a equipa deu a volta, mas não é caso para tanto. Depois, a melhor cena do episódio é a dos jurados. Melhor cena em termos de humor claro. Loucos, mesmo loucos. Mas claro, decidiram pelos favoritos…
Depois, e antes de partir para o final, expliquem-me uma coisa: a noiva foi a correr para por o vestido e estar na festa? Não percebi como se consegue vestir tão rapidamente e mudar de espaço temporal…um erro gritante no meu ponto de vista do episódio…
E, agora sim, o final que desgostei. Muito conto de fadas, tudo a bater certo. Primeiro, não gosto da cantora que interpreta a música final do episódio e, depois, penso que era desnecessário. Ficava muito melhor deixar a história pendente, colocava mais entusiasmo. O despedimento de Sue percebo, mas o beijo final foi mesmo para agradar os que gostam sempre de um final feliz. E eu sou pouco desses…só quando acho mesmo necessário. E, para dar um final feliz, davam no final da temporada, não agora…
Quanto a espera, ao contrário de muita gente, não vou sentir falta. Glee é uma boa série? É. Anima? Um pouco. Mas ainda falta muito para desesperar por uma espera de 4 meses…Desesperado estou com Lost, e este só faltam 1 mesinho e pouco…Glee tem tempo para voltar.
(Esta opinião chega, Mary?
)
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Hehehe acho engraçado que juntando os comentários aqui de vcs dá praticamente um outro review!!! Sim, sua opinião me bastou e claro que já conversamos sobre isto e trocamos opiniões! Acho bacana que vc, um distante apreciador de series teen, tenha deposita alguma ficha em Glee, mesmo que está não cumpra com mais e mais que espera. Mas sim ela anima, sim ela conecta e vai de cada um.
Sim concordo houve um erro de “tempo” e tudo pareceu mto “opa estamos nas Seletivas, ahh agora vamos casar”…Se bem q era de manhazinha qdo eles foram pra lá e o casamento era as 4hrs da tarde.
Cena dos jurados? SIMPLESMENTE SURREAL! Nada como uma banca de pessoas para analisar um coral de surdos, um coral de delinquentes e um coral de excentricos losers.
Contrados para abanar o capacete foi engraçado. Bom realmente teve um certo exagero, até pq a musica estava mais suavizada do que a original e tb por que teria q passar a impressão de “improviso”, oq por vezes pareceu somente um pouco.
O final realmente ia dividir opiniões, tanto na escolha da musica como nas analogias que acabam sendo encubertas pelo tão aguardado shipper moment do casal Wemma.
Entendo seu grau de comparação e claro que LOST desempenha um papel extremamente diferente, em termos de expectativa MUNDIAL por estar em sua ultima temporada. Mas digo que Glee tem este efeito mesmo para aqueles que são apaixonados pela série e sinto dizer que nesta ultima quarta-feira me senti orfã sem ter um epi inédito!
Quanto a FNL pelo que li e comentam comigo a série segue uma linha diferente, mais voltado para um drama teen enveredado para a atmosfera adulta, corrija-me se estou errado! Mas digo ai, é uma linha de série que não me entusiasmo por assim dizer, alem da tematica ser envolta de um time de futubol, corrija-me se estiver sendo mto minimalista!
É isto ai, novamente sua opinião chega sim pra mim, tks!
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E agora vem a defensora de FNL, bem qnt ao episódio ainda n consegui ver ainda estou no 12, talvez amanha e dps ja posso comentar. Comparando as duas séries, e sendo Glee um género que não seria propriamente a minha primeira escolha, conseguiu conquistar-me minimamente ao ponto de seguir os seus episódios, claro que não religiosamente, e Glee tem falhas, tem muito que crescer, quer em termos de história quer em termos de interpretações, ainda é um pouco verdinha nessa aspecto, Eu penso que conseguiu conquistar os fãs foi a inovação, e conseguir preencher um vazia que existia nas séries americanas, uma espécia de musical teen, e isso constitui um aspecto muito positivo em Glee. Mas desculpa os fãs de Glee, mas FNL está muito níveis a cima, claro que já tem mais episódios na carteira, mas acreditem que se um dia Glee atingit a qualidade que FNL nos habituou ao longo desta 4 temporadas, voces vão se sentir realizados porque atingiu a excelência. Glee é mais de massas e mais direccionada para os dramas teens, muito abordados por sinal em outros damas teens, quanto a FNL dá-nos lições de vida como outra série nunca conseguiu fazer (pelo menos as que tive o privilégio de ver), transporta-nos para o mundo real, da pequena cidade de Dillion. O futebol serve apenas como pano de fundo para as liçoes de vidas, de luta, derrota, alegria, tristeza, sofrimento, crescimento e enfim muito mais. Mas vou ficar por aqui porque se trata de Glee, e sem querer criticar claro, porque se não gostasse não faria parte do meu leque de série que já ficou reduzido.
Cumpz
PS: impressionante a inspiração para escrever sobre Glee Mary e eu a pensar que brothers and sisters eram os maioires review….lol.
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Tks pela explicação de FNL, queria realmente um ponto de vista de alguem q assisti a série. E claro, nunca comparei as duas e longe de mim, sei q são materiais totalmente diferentes e com visões e metas totalmente diferentes!
E sim, é incrivel né minha inspiração e empolgação nos “pequenos” reviews….
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Eu também assisti a fall finale de Glee junto com os americanos e vi novamente o episódio, com mais calma, segunda-feira. Achei simplesmente incrível e correspondeu totalmente às minhas expectativas que estavam lá nas alturas. Não é novidade para ninguém que Glee é a minha série estreante favorita, de fato, dedicarei um álbum no Orkut para ela. Sou uma apaixonada mesmo, fanática, e pode ser por esse motivo que não consigo achar erros em Sectionals.
Para começar, adorei a Brittany nesse episódio mais do que em todos os anteriores. Seja pela confissão de que ela e a Santana fazem certas coisas nada ortodoxas, seja pela revelação de ter mantido um pássaro no armário (WTF?) ela é o personagem mais nonsense de todos, o que adoro, e já estou torcendo pelo casal de cheerios. Outra declaração que me fez rir muito foi quando a Rachel afirma ser meio psíquica e diz para os colegas que não há nada a temer, ela não é igual a Carrie (a Estranha). s5156fd1
Quanto à história da paternidade, eu até gostei de terem resolvido rapidamente. Deu tempo para focarem mais nas seletivas. À propósito, o Finn bate como uma garota, só pode, o Puck nem ficou com hematomas no rosto!
Sobre o solo da Mercedes, achei que ela foi muito bem. Geralmente não gosto do estilo de cantar dela, aquela coisa de muitos gritos e tal não me agrada muito, mas dessa vez reconheço que ela foi magnífica. Ouvi-la cantar daquele jeito me arrepiou. Também não acho que a Mercedes fique muito atrás da Rachel quando o assunto é arrogância. Inclusive, acho a Rachel mais simpática, embora há quem discorde.
Já nas seletivas, o solo da Rachel foi uma das melhores performances que já vi em Glee. You Can’t Always Get What You Want me lembrou muito de House quando este citou o nome da música para a Cuddy e ainda chamou o Mick Jagger de filósofo, lá na distante primeira temporada. Enfim, essa música não seria a minha preferida para eles apresentarem, mas adorei o resultado. Até parece que eles conseguiriam uma apresentação daquela com apenas uma hora de ensaio, mas a gente deixa passar e finge que acredita… Eu gostei da emoção do Mr. Schue ao ouví-los.
Outro ponto alto do episódio, na minha opinião, foi protagonizado pelos três jurados. Um pior e mais hilário que o outro! Toda vez que eu assistir algo com a presença de jurados lembrarei deles. Foi até um pouco desesperador ver que o pessoal do Glee Club se esforçou tanto para, no fim, ser julgado por aquelas criaturas que não entendiam nada de música e que votaram sem nenhum critério objetivo, apenas nos que acharam menos piores. Foi uma crítica muito boa aos que julgam ser ter condições e nem entendimento para tanto.
A Emma foi outra que esteve ótima e teve um merecido destaque. Amei o sermão que ela passou nos outros professores e o que disse ao Will no casamento que não aconteceu.
Por último, simplesmente adorei a última música com as coreografias mais marcantes até agora. Nem fazia ideia de quem cantava originalmente e, mesmo que soubesse, não faria nenhuma diferença. E o que estava ótimo, ficou perfeito com o beijo entre o Will e a Emma. Sou shipper assumida e adoro finais felizes! Detesto quando termina em aberto ou com o casal separado, essas coisas.
Agora só me resta torcer para esses meses sem Glee passarem logo e eu poder voltar a alimentar o meu vício nessa série.
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Ah não tenha duvida, tenho a eras um album dedica a Glee no meu orkut, inclusive até com um foto ‘i’m a Gleek” rsrsrs.
Sim, diversos momentos de humor com a novamente sensacional Brit que agora deixou claro que ela e a Sants são mais do que amigas. E claro momento Carrie, a estranha foi hilario, pois é assim que todos a veem, mesmo reconhecendo que precisam dela, alias isto me cansa mas deixa pra la, um dia eles terão que aceita-la assim.
Vendo oq vc diz da questão da paternidade, realmente pensando na coerencia de um season finale, a forma com que foi apresentado veio a calhar sim, por que não e nada mais sensato do que Ms. Berry revelar a BOMBA.
O solo da Mercedes é o tipico momento “I’M A DIVA, BACK OFF”, sim ela é tb arrogante e por vezes grossas, diferente da forma impositivia e controlado de Rachel, alias elas tem mto em comum se formos analisar, alem da excelente porém diferente voz. Finalmente deram uma tregua as duas e mostraram que dois egos tão poderosos podem ter um momento de paz e humildade verdadeiros.
Lea Michele me conquista e encanta a cada instante, se quiser ver o talento da garota, baixe a trlha sonora do musical da Broadway, Spring Awakening, alias que já esta com adaptação aqui no Brasil, terminou turne no RJ, deve vir para SP agora. Sou fã desta garota e claro amo mais e mais Dont Rain on My Parade, que honrou em numero,genero e grau Barbara Streinsand
Momento jurados: OUTSTANDING!!!!
Momento Shipper: OUTSTANDING!!!!
Momento Mix Dance with MLWSWY trouxe aquela nostalgia que a saudade irá deixar em nós!
Aguenta coração, aguenta por que terei um GLEEK-ATTACK até ABRIL.
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Nesse cpitulo fiquei super feliz pela Rechal começar a mostrar um pouco mais de humildade,
espero q daki pra frente ela continue assim, pois acho q irá valorizar mais o personagem,
eles deveriam da uma oportunidade a ela de se introzar no grupo, sei q as vezes ela eh chata e fala
muitoo…e tbm senti pena dela no Epi 12, q o finn deixou ela sozinha pra tirar a foto, se
fosse comigoo nunca mais falaria com ele Rs…
e nos proximos q serão lançados, tipow qm seria a nova vilã teen, acho q a Quinn ja percebeu q num tm
amigos so o Glee club, então ela num pode fazer nada contra eles, msm ela num gostando…
E a cena dela com a Rechal, será q poderia crescer amizade entre elas?
sei q parece loucura, mas seria legal ver as duas prepotentes e soberbas amigas… kk’
E acho q a mulher de Will num ira querer mais adotar o filho de Quinn, coitada…
mais eu pensei q Will e Emma poderiam adota-la a filhinha dela e do Puck, q irá nascer com moicano!
rsrs!!
especulções sobre Glee, td eu posso imaginar mais so msm qndo lançar saberei o q irá acoontecer!!
AHHH e nessa prox fase, espero q deêm mais falas pra Brity, pois ela eh ilaria, aahh e será q ela tm um caso com a santana?
kk’ …
se tiver pode ser legal, pelomenos o Kurt num vai ser o unico homossexual do Glee e acho q da escola tbm!!
e até q elas fazem um casal bunitinhu!!
kk’
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