Heroes (4.19) – Brave New World

Tonight we change everything (a frase é irónica…o final de Heroes foi igual à temporada: péssimo)

O povo avisa: Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita. Mas eu sou casmurro. Gosto de enfrentar as crenças populares que nasceram de anos de experiências. Gosto de experimentar por mim próprio e dizer: o povo enganou-se. O pior é que o povo, na sua larga maturidade de anos a fio a estudar a história da humanidade, também me disse quando era pequenino: Quem te avisa teu amigo é. O povo parece que amigo meu é (e o nação americano até também tem sido amiguinho de Heroes, visto a qualidade dos episódios) pois a sua sabedoria não se esgota aqui. Ainda há quem diga que o pior cego é quem não quer ver. E eu, desta vez, acabo por acreditar nele: O pior cego é quem não quer ver que Heroes nasceu torto e nunca mais se endireitará!

Há algumas palavras para classificar Heroes, mas a maior parte não pode ser escritas para não ferir. Mas ainda ficaram algumas. Sujidade, porcaria e seus sinónimos impraticáveis para uma review de um site como o Portal de Sériesmas ainda há péssimo, abominável, ruim, horrível, deplorável, inútil, nefasto, trágico, horroroso e fatal. Se quiserem continuar com o desfile de palavras vão ao Word e carreguem para ver sinónimos destas palavras…a maior parte classifica este episódio. Uma parada de estupidez pura e dura a lembrar os finais de temporada de Heroes: das piores coisas que passam pela TV. E piores já estou a ser generoso. Ainda alguém se lembra do final da temporada passada? Para quem quiser faça um Flashback e veja o review do Marco. E, para aqueles que cá ficaram e conseguiram passar estes dois parágrafos de pura verdade, vamos para o terceiro. E sim, vamos para o episódio.

Comecemos por Noah e Claire. O par maravilha do episódio. Existem coisas que eu não acredito, mas parece uma caravana que aguenta com uma quantidade enorme de terra. Poderia estar aqui a fazer cálculos, mas é daquelas coisas: Eu não acredito em bruxas (substituir por caravanas que aguentam com uns “quilinhos” de terra em cima), mas que as há. Pronto, deixemos isso de lado. Vamos pensar noutra coisa. Voltemos de novo à caravana. A terra é algo que, quando se junta à água dá uma coisa chamada lama. Pelo menos aqui por Portugal costuma ser assim. No Brasil também é assim, não é? Então, quando se junta água dos dois lados do Oceano Atlântico dá uma substancia pastosa que as mães não gostam nada de ter em casa e que é muito gira para nós pintarmos de castanho. Se calhar é só dos países lusófonos mas na América não é bem assim. Quando se junta água a terra aquilo separa-se. É género a água e o azeite e a Claire e o Sylar: não se dão bem. É daquelas coisas inexplicáveis para o comum dos mortais. Assim já tem lógica a Tracy conseguir abrir um buraco até a caravana, não tem? Eu bem me parecia que vocês não tinham percebido isso…Outra pergunta: uma pessoa com o ar em falta consegue nadar? Por exemplo: metam-se numa caravana sem ar e depois atirem-se para uma piscina. Chegam cá em cima? Não me parece… E assim se explica a lógica num salvamento possível. Agora algumas perguntas que ficam no ar. Primeira: para que serviu isto? Se ainda houvesse alguma cena “caliente” entre pai e filha isto poderia dizer-se: aquilo serviu para demonstrar o porco que é o Noah. Mas assim serviu para isto: para a Tracy aparecer durante 2 segundos de uma cena…a Ali Larter tem de ter alguma cena…nem que seja para ir aos estúdios receber o ordenado.

Depois vamos ao Matt Parkman e os seus amiguinhos. O Eli e companhia devem gastar um dinheirão em festas. São tantos. Eu contei 9, mas talvez seriam mais espalhados pela casa a procura de um brinquedo com que se entreterem. Depois digam-me onde reside a inteligência deste pessoal todo: o verdadeiro não poderia esperar fora de casa, descansado, enquanto os restantes faziam o trabalho sujo? Alguém já terá pensado nisso? Como alguém tão BURRO sobreviveu até aos nossos dias? E falo do Eli. O Tim Kring fica para o final da review. E, depois, este rapaz, em vez de dizer ao Sylar que ia mandar o Eli como ajudante, não…eles depois na feira descobrem.

E já que falamos do Sylar, falemos do Sylar. E da sua mudança de personalidade. Cada vez mais acredito que a Niki tenha passado o poder ao da crista. Sim, porque aquele “Eu sou vilão, eu sou herói, eu sou vilão” repetido pela enésima vez cansa. Digam da vossa justiça: quem gosta do Sylar como vilão? Eu voto neste…Quem gosto do Sylar como good guy, o rapaz que gosta de tudo e de todos. Eu este abomino. Vamos ver quantas vezes o Sylar com a crista em baixo apareceu. Com a Elle, matando-a depois, com o Noah, quando era seu companheiro, com a confusa família a que pertenceu, salvando o Peter da morte. Good guy que volta sempre ao lado do mal. A série precisa de um vilão constante. Vejam se percebem isto: A SÉRIE PRECISA DE UM VILÃO REGULAR. Há alguém melhor para isso que o Sylar, a melhor personagem da série? Não me parece. Por isso deixem o rapaz em paz.

Antes de ir para o culminar da temporada de Samuel, falar de duas pessoas. Primeira: Peter Petrelli. Sim, o rapaz do sim, não, sim, não. Digam-me: Onde é que ele aprendeu a voar? Ou aquilo foi uma tentativa de recriar um touchdown em homenagem ao Superbowl? É que agora ele só pode ter um poder de cada vez. E o voador do Nathan já foi há muito. Só se aquilo foi imaginação do Samuel pelo Peter ter o poder do Parkman. Calma. Isto tem lógica. Ou pensado melhor não tem nenhuma…

Segunda pessoa: Hiro Nakamura. Ya-ta! Salvou o mundo, salvou Nova-Iorque, não salvou a cheerleader. O quê? Não salvou a cheerleader? Está mal. Mas salvou o mundo? Pronto, já está melhor. A personagem asiática foi tão má, mas tão má nesta temporada que até meteu dó. Vamos perceber os caminhos do rapaz dos óculos: Andou meio perdido durante parte da temporada, salvou um rapaz de fotocopiar o cu numa fotocopiadora, andou atrás da Charlie, quase morreu e conseguiu sobreviver das melhores formas que existem (salvo pela mãe morta…) e agora encontra a Charlie num hospital, já casada e com filhos. Calma…não me digam que isto é possível. Olha que giro. Coincidências da vida. Serviu para quê esta narrativa? Nada de nada. O Hiro não teve nada de especial, mais valia morrer. Ah, calma. Há sempre aquelas pessoas que não envelhecem. Então, a Charlie tinha 20 aninhos quando viajou para o passado e foi para 1944. De 1994 até aqui vão 65 aninhos. Então ela devia ter 85. Não, só tem 65…há gente que é jovem para sempre. Hiro Nakamura – Die, die, die!

E, para acabar, passemos para Samuel e o seu circo. O culminar da estupidez, de todos os adjectivos acima enunciados. Primeiro o regresso do homem das facas sem ninguém perceber. Eu sei que ele é rápido, mas como é que consegue entrar para uma família que pensava que ele era dos bad guys? Pronto, estou a ser demasiado duro com a série. Passemos para os mil e um discursos do Samuel. Eu recordei Dexter. Tonight is…mas depois enganaram-se. A qualidade era tão má que, nem que dissessem “Tonight is the night” aquilo ficaria melhor. Dexter é muito bom, mas é matématico: 0 vezes qualquer coisa dá sempre 0. Nem que Dexter seja infinito (isto seria uma indeterminação mas no caso de Heroes daria na mesma 0). Depois a estupidez do Doyle. Sabem o rapaz que comanda toda a gente? O marionetas. Ele deve ter ficado cansado. Ficou mais de meio-dia a tocar violoncelo. Mas, agora digam-me, o poder dele não é controlar as pessoas? E isso influencia algum do poder das outras? Eu respondo: não. Por isso porquê que toda aquela gente veio? A Emma estava a tocar violoncelo e, como não queria usar a sua especialidade, não utilizava. Pois isso é mental, não é algo que alguém obrigue. Estupidez atrás de estupidez. Depois, para acabar, alguém me diz que família é aquela? Que, sem provas empíricas, deixa o seu pai, a sua santíssima unidade? Que família é esta que, só porque 4 pessoas dizem algo (duas delas em qual não acreditam, outra que passou a temporada fora de casa e, por último, um gajo que, se quisesse de credível, trazia os seus irmãos gémeos) desfaz-se logo, deixando o seu chefe sem ninguém para fazer o espectáculo das suas vidas? Com família destas não precisamos de ter uma família com quem competimos por tudo. Depois o final, onde tudo acaba por ir ao seu espaço. O Samuel perde numa luta onde o Peter nunca teve prática (é como eu agora pegar num florete e ir fazer esgrima com o campeão olímpico e, depois, ganhar) e o mundo fica salvo pois o Hiro apareceu no momento exacto. Alguém pensava que a série não iria acabar este volume assim, com toda a gente salva e o vilão preso? Se for para isto, vou ver as novelas da TVI…pelo menos tem mais relacionamento e mais cenas picantes.

E, ainda para aprimorar este grande episódio, a introdução da nova temporada. Primeiro: os argumentistas ainda acreditam que vão ter nova temporada? Eu acho que alguém inteligente se punha a pensar: talvez não teremos, é melhor fecharmos a história. Mas não, vamos abrir uma nova. Nova? Para quem? Vamos recapitular: final da segunda o Nathan vai comunicar ao mundo que existem heróis. O irmão acaba por disparar sobre ele devido ao futuro. Tudo volta ao normal. Final da terceira: o Nathan conta ao governo que existem heróis. Inicio da quarta: volta tudo ao normal pois aquilo já não tinha piada. Final da quarta: A Claire abre-se ao mundo com mais uma das suas tentativas. A rapariga diz que já não sabe qual é o número da tentativa que fez. Heroes não sabe qual o número de tentativas que fez para colocar os vilões cá fora e, depois volta atrás. Eu é que já não dou mais tentativas a Heroes. Acabou por aqui o masoquismo. Tenho vida, Tim Kring. E se tu queres receber ordenado não é com burrices destas que vais lá. E, já agora, para quem quiser saber como acabaria o review de Hiro, consultem este título do Marco. Substituam Ídolos por Heroes. Compreendem?

Season Finale (esperemos que seja Series Final…pelo menos para mim é)

PS: Agradeço aos bravos que tiveram a coragem de acompanhar a temporada por estes reviews. É a estes que dedico a review.
PS2: Agradeço ainda ao João Paulo por ter-me ajudado nesta tarefa de levar os reviews de Heroes até ao final.
PS3: Agradeço também ao Tiago Duarte por ter revisto este texto. Deve ter sido trabalho duro.

31 comentários

  1. Okay a serie está mesmo terrivel pelo teu “falar”… Eu ainda não vi nem 1 episodio desde que arrancou este ano(2010), fui uma das series que descartei agora para as férias de carnaval. Tenho acompanho sempre os teus reviews pensando: ” Será que esta serie não chega de nos dar desilusões atrás de desilusões?”. Com os testes e imensos trabalhos escolares obrigaram-me a deixa-la para trás o que provávelmente foi um acto sensato da minha parte pois depois de ver irei ser, mais uma pessoa, que vai criticar imenso a serie. Comparo-nos (publico de heroes) como crianças que quando são habituadas com o melhor : muitos brinquedos, fazer tudo o que queremos e blá blá, o que equivale à 1 temporada. Se depois nos começam a dar menos e menos é obvio que ” as criança” começam a ficar chatiadas como o caso da 3 e 4 temporada, a 2 foi tão pequena que foi Whatever para mim. Vou tentar ver heroes agora para as mini-ferias de Carnaval ,o que já tou a ver que me vai custar muito a fazer… vai ser tipo tortura chinesa ( para quem percebeu!) Só tenho mais uma coisa para dizer a Tim Kring : ” Quem tudo quer tudo perde”, ou seja, mais vale a serie ficar com uma imagem decente e ter terminado logo vá digamos na 3 temporada do que andarem ai a inventar histórias e mais histórias que não supreendem nada e que cansam imenso o publico!

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    • Concordo contigo. Mais valia acabar depois da terceira temporada. A corda esticou tanto que acabou por rebentar. Vamos ver se isto chega para perceber que a série tem de ficar por aqui ou a NBC ainda dá outra hipótese. Quanto a veres, se não tiveres algo melhor para fazer nas férias de Carnaval, vê. Mas há tanta coisa boa por aí espalhada.

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  2. Tiago Duarte /

    Obrigado pela referência. Não se pode ignorar os Ditados Populares, António. Ainda bem que deixei de ver esta série quando a personagem da Kristen Bell morreu. A partir daí foi apenas mau e mau pelo que me parece. Ao rever este texto a sensação de Deja Vu foi uma constante, a ver os pontos que focavas eu só conseguia pensar: Outra Vez isto? Mas então eles já não andavam nisto no final da segunda? E no final da terceira? Esta série pode-se agora classificar em má, já não se pode sequer dizer outra coisa sobre a série a não ser que ela é simplesmente má.

    Esta série começou coxa desde do ínicio, porque apesar de nos terem dado uma primeira temporada excelente percebe-se muito bem que não faziam ideia do rumo que lhe iam dar. O fim da primeira, o último episódio, já não tinha gostado nada, foi feio e insipido. Depois a segunda temporada já foi sofrivel. Heroes é uma Porc**ia, ponto final. E gosto particularmente do ditado que o pior cego é aquele que não quer ver. Aplica-se tão bem neste caso.

    Parabéns pelo review, muito bom, de um episódio muito mau

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    • Pronto…nunca mais vou contra os ditados. Quanto a morte de Kristen, também fiz mal em não largar a série nessa altura…mas que queres. É tempo desperdiçado que nunca mais recuperarei. Quanto a primeira temporada é a excepção a regra. Mas a regra vem-se acentuando durante os resto das temporadas.

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  3. LOOOOOL esta foi sem duvida a review mais engraçada que ja li!

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    • no bom ou no mau sentido?

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      • Cheira-me a fanático xD

        Aguerra, obrigado pela menção, e apesar de ter gostado do cliffhanger, tudo o resto foi uma autentica palhaçada!

        Assim, despeço-me e tarde de Heroes. s4d4f81

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        • Palhaçada. Esqueci-me deste. Quanto ao cliffhanger, acho que foi mais do mesmo. E já somos dois que nos despedimos de Heroes.

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        • Por acaso era pela positiva, eu gosto do Heroes mas sei avaliar as coisa! Mas se ele o diz, visto que me conhece tão bem XD

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    • Pergunto como o Marco: no sentido de te rires com a escrita do review ou com o conteúdo. Ou seja, se for com o conteúdo é que o review é tão contrário as tuas opiniões que dá piada. Se for a escrita, aí agradeço…

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  4. João Galeão /

    eu curti!! Teve erros sim, mas não foi de tudo ruim.
    tomara que tenha uma próxima temporada e q melhore ainda mais…hehe
    abraços ao sem graça, inutil e “good guy” q fez este review

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    • Tiago Duarte /

      Que Melhore ainda mais…heroes tem tido uma curva tão ascendente de qualidade que até mete impressão. Bom e velho ditado, mais uma vez tão bem aplicado ao que tu disseste agora xD

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    • Muito obrigado pelos abraços. Retribuo-o a alguém que acha que Heroes vem melhorando de temporada para temporada. Há opiniões discordantes, mas essa é um oxímoro da série. E, quanto ao sem graça, posso ser. Mas tenhas a certeza que me ri muito com o episódio. Outro oxímoro da vida…ou talvez o sem graça seja mentira xD

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  5. ri-me tanto loool ja choro a rir com o das novelas da tvi!!! isto pk eu tava a ver essa parte e só pensava “isto parece k foi escrito por uma criança! os maus vao presos…o casalinho encontra-se finalmente para viver o romance (peter e emma) e o pseudo-kuase-algo-parecido-k-ja-foi-vilão pede perdão e tem a sua redenção (Sylar)!!O TIM anda a ler novelas da sic” lool inacreditavel!! concordo contigo mas ainda acrescentava muita coisa! pk nao aconteceu nada de jeito…desculpem k combate foi akele entre Samuel e Peter??? meu espanto é k ainda há pessoas k chamam a isso de combate!!

    Eu acho ate pelos actores deviam despedir-se lool entre eles os k fazem de : Sylar, Angela, noah e Tracy. pk é só estragar o nome deles lool saiem agora e tente outra coisa! deixem k claire, hiro e isso acabe de vez com a serie!

    e sim….. mohinder?? perdeu-se no caminho po circo?

    p.s- é Elle

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    • Fico feliz que tenhas rido com o review. Foi escrito com essa intenção, para ver se Heroes diverte um bocadinho. O combate foi algo que não foquei só para tornar o review longo pois, digam-me uma coisa: o Samuel perde os poderes quando a malta toda desaparece. Mas ainda estavam o Peter e o Sylar, para além da Emma e do “marionetas”. Estes são o que? Pronto…não me apeteceu entrar por aí. E, depois, o combate é fantástico. Depois do combate pela fechadura este vem bater isso.

      O Mohinder desapareceu mas não é o único. Personagens que desaparecem e voltam a aparecer em Heroes é uma constante.

      E, já agora, já está remediado. É Elle e não Ellen como tinha escrito.

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  6. ps2- o titulo nao é brave new wolrd?

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  7. Concordo com tudo o que você disse e eu estou sendo massacrado no meu blog por tudo o que falei, e ainda me irrita saber que existe pessoas que ainda querem argumentar. É complicado. Heroes é uma porcaria!!! A pior da história!

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    • às vezes é difícil ser blogger (blogueiro) ne?

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    • Pois. Parece que, deixando de parte os “ceguinhos” que acham a série maravilhosa, aqueles que continuam a ver a série acham que o final foi incomestível. E, para aqueles que argumentam que foi bom, começam a ficar sem argumentos…cada vez menos, meus senhores, cada vez menos pontos positivos existem em Heroes.

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  8. Episódio cheio de erros e muito apressado.

    Porém, adorei o Cliffhanger. Nostálgico e… bem, deixa a pergunta no ar. Quero ver o que acontece.

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  9. Reconheço teu esforço cara!

    Heroes foi minha decepção mais profunda, conseguiu ultrapassar o final do anime Berserk…

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  10. como diria ed motta: “Os que sabem FAZEM e os que não sabem ENSINAM, e os que não sabem nem uma coisa nem outra viram CRITICOS”

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    • Primeiro, por essa ordem de ideias, Tim Kring é crítico. É que ele nem sabe fazer e, para saber ensinar, é preciso ter-se uma noção do que se irá fazer. O criador de Heroes não tem nenhuma, por isso também devia ser crítico.

      E, depois, como qualquer obra de arte, a série tem de ser criticada. Não me digas que pertences aquele grupo eu intitulei “cegos que não querem ver”? É que se é assim é tu não te podes englobar em nenhuma das categorias que mencionas-te. Crítico de certeza que não és…

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  11. e sobre Peter voar fique sabendo seu esquecido que no episódio Let It Bleed ele pega o poder de voo do ex namorado da Claire, o West (da segunda temporada)

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