O poder da série reside na sua renovação. E este ano House está a sofrer uma renovação que, ao contrário do que o protagonista afirma, está a torna-la melhor.
Num episódio onde notamos claramente uma divisão entre o caso e o restante, comecemos pelo primeiro. O caso foi um pouco desnecessário, apesar de levar um dos lemas da série ao máximo: Everybody lies é levado ao extremo, pois a paciente é uma pessoa que não consegue dizer a verdade. E também quem não consegue dizer a verdade? Chase. O regresso da antiga equipa significou uma ligação do caso e a vida dos médicos, algo que também fez melhorar a série. Se o caso serviu para arranjar o ambiente propício para Chase nada faltaria para este dizer a verdade a Cameron. E, de novo, numa cena excelente, vemos o rapaz a contar a mulher que matou Dibala. E vai haver consequências.
O restante episódio é ocupado por House e uma ida a uma conferência. Daqui surgiram duas parelhas que por vezes se misturaram: House e Wilson, House e Cuddy. Começando pela primeira, temos a demonstração de que a amizade dos dois companheiros é para durar. Primeiro, temos Wilson a apoiar House quando este decide “atirar-se” a Cuddy, depois temos House a salvar a carreira ao seu companheiro, quando este estava desesperado.
Quanto a Cuddy e House, e antes de ir ao cerne da questão, falar das bocas que o médico mandou a “sua prostituta”. Com umas referências muito Simpsons, desde as irmãs Patty e Selma e depois a excelente frase “They’re always smokin”, que colocam a nível humorístico a série noutro nível. O restante do episódio é a tentativa de House conquistar a sua sempre amada. Sem a sua reabilitação, House nunca se entregaria a uma relação mas, após a sua saída das drogas, está pronto para deixar-se ir ao sabor da corrente. O pior é que do outro lado sopra um vento imenso. Esse vento chama-se Lucas e o novo “brinquedo” da administradora do hospital. Ou seja, quando House se lança com todo, o lugar já está ocupado. E quem foi ao mar perdeu o lugar.
Vamos esperar para ver o que sai daqui, pois seria interessante ver a relação entre Cuddy e House sem ser por alucinações. E, para acabar, excelente referência a Blackadder.

Demorou para sair esse comentário!!! heheh
Eu não acredito que a Caddy ja tem um namorado! E aquele cara?! Não sei vcs, mas eu estava muuiito animada achando que eles poderiam finalmente ficar. E d repente…. o Lucas!! Me deu muita pena do House. Fiquei até braba com a Cuddy. hehe
Foram lindas as cenas de amizade que se tornam cada vez mais frequentes entre House e Wilson.
E aguardo para ver as consequencias de Chase ter contado para a Cameron.
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Custou…isto porque os meus reviews caem tds nos dois primeiros dias da semana: Dexter sai domingo e Heroes, House, Lie to Me e Castle na segunda…por isso, só ontem é que vi o episódio e só hoje é que consegui arranjar um boraquinho, pois a semana tem estado cheia. Mas mais vale tarde que nunca.
PS: eu percebi o comentário, mas assim fica esclarecida a razão
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Com certeza, antes tarde do que nunca.
Só estranhei a demora pq toda semana eu venho aqui pra ver o q tu comentou sobre o episódio
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House é daquelas series que é irresistivel tanto pelo o enredo que nos proporcionam mas também pelo protagonista que é um genio do humor negro. Quando começei a ver esta temporada sempre tive aquele presentimento que está temporada ia revolucionar tudo o que esperavemos e ver outro lado que House que ninguem esperava ver como amigo( que sempre foi, mas desta vez mais marcante) e apaixonado. O caso simplesmente serviu para dar um “empurrãozinho” ao Chace para FINALMENTE falar com Cameron. Este episodio centrou-se bastante mais no enredo do que no caso o que foi bastante agradavel,o que tem sido comum nesta temporada. Só me resta dizer que o review está excelente e a nota é adqueada e que House é House e espero pelo proximo episodio…
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Muito bom episódio, mas com as futuras participações da 13 e do detectivo isto vai descambar um bocadinho outra vez.
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Concordo que o nível é outro quando usam os antigos personagens, que diferença! E olha que não tenho nada contra a 13…
Super tensa a última cena, do Chase contando para a Cameron que matou o Dibala. Minha respiração ficou presa por alguns segundos.
O caso foi só mais um caso mesmo, nem achei lá tão marcante ou interessante. Provavelmente nem me lembrarei dele em algumas semanas.
House, Cuddy e Wilson juntos só podem render ótimos momentos! Eu entendi errado ou o House já ficou com a Cuddy quando ela ainda era caloura? Aquela história da ligação que ele não fez para ela depois, me deixou pensando… Eu até achei que as coisas estavam indo bem demais para o casal. Esperava que surgisse um elemento complicador, mas nunca, em momento algum, me passou pela cabeça que seria: LUCAS! Fiquei passada quando o vi no quarto da Cuddy com a Rachel. Devo logo dizer que não gostei dos novos pombinhos. A Cuddy é muita areia para ele. O House salvando o Wilson do próprio Wilson (!) foi ótimo. Nota mental: Nunca, jamais, em nenhuma hipótese, aceitar refrigerante de uva oferecido pelo House!
As referências estavam excelentes. Adorei a dos Simpsons e a sobre Gossip Girl. Tinha achado a primeira cena bem parecida com GG e quando o House falou, rachei de rir. Ah, as fantasias do House e da Cuddy na festa dos anos 80 estavam sensacionais.
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Qual foi a referência a blackadder? A máscara do baile dos anos 80?
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Isso mesmo…
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