Com a promessa de se tornar uma série polêmica e a “Californication” da HBO, Hung fez sua estreia no ano passado contando a história de Ray, um professor de Educação Física de uma escola estadual de Detroit, que diante da falta de dinheiro constante para tocar sua vida acaba arranjando um segundo emprego vendendo seus serviços sexuais. Sim, Ray se torna um prostituto e, com a ajuda de sua amiga Tanya, funda a Happiness Consultant, a agência encarregada de levar Ray até suas clientes.
A série começou com um tom cômico, explorando a falta de sorte de Ray e sua família descontrolada – seus casal de filhos e sua ex-mulher – porém já em seu terceiro episódio, tivemos uma ligeira mudança na trama, que passou a olhar para a vida de Ray com um tom deprimente e dramático. Para quem esperava uma série leve, sem muita pretensão, até que Hung foi longe ao apostar nos dramas vividos por Ray para segurar a história. Evitando cair na repetição que seria mostrar Ray com uma cliente nova a cada semana, em sua primeira temporada Hung apostou em Jemma, com quem Ray viveu um romance tão envolvente, que fez com que o treinador confundisse realidade com trabalho e acabasse tendo uma decepção amorosa quando descobriu que a mulher não tinha interesse nenhum nele a não ser como cliente.
A série tentou ainda desenvolver alguns dos personagens coadjuvantes da série, mas a família de Ray é tão desinteressante que poucos conflitos puderam sair de lá. Da parte de Tanya, vimos ela se envolver com Pierce, que deixa-a tão rapidamente que não deu nem tempo de conhecermos o fotógrafo e nem simpatizar com a cafetina.
Mesmo com personagens tão frágeis, a série conseguiu criar um clímax em seu finale, com o encontro de Jessica – ex de Ray – e o suposto prostituto capaz de tirar as mulheres do sério – Ray, claro. O encontro não aconteceu, porém deu um pouco mais de unidade para uma história que estava um pouco dispersada, com cada personagem indo em uma direção diferente. Por outro lado, com o conflito resolvido, não restou muito para esperarmos dessa nova temporada – que estreou no domingo passado –, de forma que a série corre um grande risco no momento de acabar se tornando repetitiva por falta de ter o que ser explorado. Se daqui a diante a série se resumir a mostrar Ray e suas clientes bizarras, escapando para o humor barato, ela passará a ser uma dramédia mediana de midseason para um total fiasco. Vamos esperar para ver.


Eu particularmente acho a serie excelente é um tipo de humor que nao temos muito nas series, tbm concordo que daqui a pouco vai ficar muito repetitivo as historias, mas toda serie tem uma duraçao e acho que quando tiver perto dessa retiçao seria a hora de terminar a jornada de Ray nota089
O que achas?
0
0
Pois é, concordo com você, Fernando, e, o melhor, você começou a ver a segunda temporada? Achei que a série criou bastante possibilidades de não se repetir e voltou com um roteiro mais centrado, ao meu ver. Amanhã o review estará no ar e poderemos discutir melhor sobre os novos conflitos dessa nova temporada! =D
O que achas?
0
0
Sim gostei bastante da Premiere espero que a serie continue nessa pegada enfim melhor esperar tua review pra comentar ne ? kkkkk ate la entao
O que achas?
0
0
É engraçada a série, mas há personagens secundários que não em convencem. Vamos ver se melhora agora na 2º season.
nota079
O que achas?
0
0