Imagine que você é um detetive. Agora imagine que você recebe uma ligação de uma cientista que diz: “Preciso que você venha aqui imediatamente. Fui assassinada.” Possível? Sim, é exactamente o que acontece nesse episódio. Quem recebe a ligação? Pratrick Jane! Quer algo mais único e intrigante do que um assassinato que ainda não aconteceu? Eis como tudo acontece nesse caso que, na minha opinião foi um dos melhores dessa temporada.
Cientista de um instituto de biotecnologia que é especialista na produção de antídotos para os principais vírus utilizados em guerras biológicas, a doutora Alicia Seberg chega ao trabalho achando que teria mais um dia normal, entretanto, depois de passar pelos sistemas de segurança do instituto, colocar senha, fazer análise da retina e entrar no laboratório, Alicia abre o freezer para analisar os vírus e descobre que um dos fracos está faltando. Ao olhar em volta, vê que o frasco está aberto no chão. Conclusão: ela morrerá dentro de instantes. Assassinada por alguém que sabia que ela era responsável pelo primeiro turno do dia. É nesse momento que a ajuda de Jane é solicitada.
Muito boa, como sempre, a atuação de Simon Baker nesse episódio. Patrick esteve simplesmente fantástico, com seus jogos mentais e seus puzzle. Como no momento em que reune os cientistas que tinham acesso ao laboratório, principais suspeitos do crime, criando um clima nervoso para descobrir seus segredos.”É mais fácil arrancar alguma coisa de pessoas nervosas.” E o mais estranho de todos, o marido de Alicia, que também é cientista aceita, possivelmente, que sua esposa tenha amantes, inclusive dentro do ambiente de trabalho, revelando que os dois tem uma relação aberta. A cena mais forte foi o momento que a doutora Alicia se despede de sua filha momentos antes de morrer. Fiquei até emocionado quando Patrick Jane conversa com a menina depois da morte da mãe, dizendo que chocolate e luto combinam e que ela deve ir contar o que aconteceu para algum amigo próximo. Emocionante!
Mais a melhor parte foi o Grand Finale! Jane, talvez no seu jogo mais arriscado, finge que um dos frascos contendo o vírus foi aberto para tentar matar todos no prédio. Instala-se o caos! Ninguém entra e ninguém sai do local. Em instantes todos irão morrer! Depois vão explodir o local para conter o vírus! A agente Lisbon fica desesperada, claro, né? Liga para Cho, Van Pelty e Risby para se despedir e agradecer pelo trabalho deles. Manda inclusive um recado para seu irmão distante…Até que Patrick Jane revela que tudo era um truque, pois o assassino havia tomado o antídoto e, assim, tentaria fugir para não ser morto na explosão. Dito e feito! Doutor Griffin, um dos cientistas, roubou o vírus para vender no mercado negro, mas, para não ser descoberto derrubou o frasco no chão, tentando culpar Alicia de descuido e, assim, ninguém desconfiar dele. Sem vingança. Sem culpa. Somente ambição.
E o que sobrou para Jane quando Lisbon descobriu que era tudo um truque? Um soco no nariz! O que, na opinião dela, conseguiu deixá-la bem viva!

Apenas me incomoda o sumiço de van pelt e rigsby … brigaram e fica por isso mesmo ?
Patrick Jane como sempre magistral e sagaz … e Lisbon … espero que o soco em Patrick lhe dê mais vida pois sempre parece desinteressada demais na série com sua cara de coitada traumatizada…
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Concordo com você totalmente,Reinaldo. Van Pelt e Rigsby sumiram!! Parece que nunca se beijaram…Vamos ver se no 2.17 lembram deles,né?
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Apesar de não ter achado tão bom como tu (a meio do episódio já tinha batido o meu recorde do jogo) passou-se bem. Principalmente pela artimanha do Jane.
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Achei a jogada dele no final fantástica! Vejo muitas coisas que precisam melhorar, mas ainda bem que temos Patrick Jane!!
Abraço.
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