White Collar tem-me vindo a surpreender cada vez mais, e este episódio não foi excepção! A trama e o mistério da morte de Kate está a ser cada vez mais investigado, e com ainda mais ajudantes. E também, a trama da caixa de música voltou quando Neal descobriu que Diana tinha a caixa a pedido de Peter.
Mas este episódio inicia-se com um homicídio, que passa rapidamente a espionagem cooperativa, tudo porque alguém importante de uma empresa de renome é assassinado por causa de um microprocessador. Peter infiltra-se na tal empresa, como contabilista, e Neal, para o ajudar infiltra-se como funcionário de Marketing. Após algumas especulações, Peter descobre que a empresa tem uma “toupeira” que anda a tentar aceder aos registos da vítima, e Neal através de uma estratégia bem delineada de fofoqueiras, descobre que é Jéssica a “toupeira”. Ao ser interrogada, esta diz que era namorada da vítima, e que tinha certeza que quem matou o seu amante foi o chefe da empresa, Mr. Kent.
Neal acaba por entrar no escritório do “seu patrão” e arranja maneira de descobrir o microprocessador, que se encontrava dentro da picadora de documentos. Isto só comprova a teoria de Jessica, mas não existindo provas, Peter diz a Kent que Jessica era suspeita, na esperança que este fosse atrás dela. Mas Jessica é a versão feminina de Neal, isto é, ela não procura justiça pela morte do seu namorado, mas sim vingança, e acaba mesmo por colocar digitalina, um veneno muito poderoso utilizado para matar a vítima, no whisky de Kent, que acaba por ser bebido tanto por Kent como por Peter.
Confesso que o meu coração quase parou ao ver Peter mais morto do que vivo, e pensei que não fosse encontrado a tempo, pensamento que rapidamente foi dissipado por Neal que encontra o seu parceiro salvando-o da morte certa.
No que toca ao mistério de Kate/Caixa Musical, Diana é envolvida nas investigações, mas Mozz, ao ver uma pauta musical, descobre que esta tem consigo a caixa. No final dos finais, Peter satisfaz o desejo de Neal pelo conteúdo da caixa, ao dar-lhe a mesma que junta com a peça que Neal tem em sua posse, se abre para os curiosos.
Hooligans:
- Mozz e a sua obsessão por sonatas;
- O momento da roleta de cartões de crédito;
- A digitalina, que me fez lembrar imenso o Casino Royale, um dos meus preferidos, como já devem ter calculado!
Nota: No review do episódio 3 foi-me perguntado pela Mady qual era o nome da música da misteriosa caixa. Neste episódio, Mozz faz referência a uma sonata de Mozart, a Sonata nº2 em F, que é a música tocada pela caixa. Este sonata divide-se em 3 partes: Allegro Assai, Adagio e Presto. Pode ser ouvida no Youtube, tocada por Baremboim.

E temos um episódio de preparação mas que mantém a sua enormíssima qualidade.
Um caso interessante que nos faz vaguear pelo mundo das corporações e da corrupção.
Gostei bastante da roleta dos cartões. Que estratégia!
E a tensão está no ar… Com o assunto “Kate” a atingir proporções gigantescas e muito tensas, faz com que não desligue até o assunto estar tratado. Simplesmente, brilhante!
nota091
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Sim, a tensão é cada vez maior, e com a caixa aberta, vamos ver a realidade por de tras desta, mas tbm acho que esta caixa que é um obra prima, na minha opinião claro, vai tornar-se uma autêntica caixa de pandora, com todos os seu segredos e problemas. Mas para tudo existe um remédio e como tal só temos de esperar para ver.
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